Mostrando postagens com marcador Criativos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Criativos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de maio de 2012

David MacKenzie Ogilvy

Nasceu em 23jun1911 – 21jul1999, publicitário fundador da Ogilvy & Mather. Educado no Fettes College, Edinburgh, e no Christ Church, Oxford. Iniciou sua carreia como um aprendiz de Chef na cozinha do Hotel Majestic em Paris. Saiu de lá para ser um vendedor de fornos de cozinha na Escócia. Posteriormente, embarcou para ser o Diretor Associado do instituto de pesquisa, Dr.George Gallup`s Audience Research Institute em Princeton. Durante a segunda guerra mundial, David estava na equipe de Sir William Stephesons na instituição britânica de coordenação de segurança. Após a guerra, ele abriu uma das mais famosas agências do mundo, a Ogilvy & Mather. Fez sucesso com campanhas para a Rolls Royce, Schweppes, Shell, além de campanhas para desenvolver o turismo nos Estados Unidos, Inglaterra e Porto Rico. Escreveu dois que foram livros bestseller's internacionais sobre táticas e técnicas de Publicidade e Propaganda; Confessions of an Advertising Man(1963) e Ogilvy on Advertising(1983). Famoso pelas frases, contidas em seus livros, que demonstram sua filosofia sobre a publicidade e propaganda: I run the risk of being denounced by the idiots who hold that any advertising technique which has been in use for more than two years is ipso facto obsolete. I do not regard advertising as a as entertainment or an art form, but as a medium of information. When I write an advertisement, I don`t want you to tell me that you find it creative. I want you to find it so interesting that you buy the product. Pay peanuts and you get Monkeys. The consumer is not a moron. She is your wife. Don`t insult her intelligence. Never run an Advertisement you would not want your own family to see. Once a salesman, always a salesman.

William (Bill) Bernbach - O Gênio do Fusca

Nasceu em 13ago1911 - 2out1982, diretor de publicidade americana criativo. Ele foi um dos três fundadores em 1949 do internacional agência de publicidade Doyle Dane Bernbach (DDB). Dirigiu muitas das campanhas da empresa de anúncios inovadores e teve um impacto duradouro sobre as estruturas da equipe de criação agora comumente usados ​​por agências de publicidade. Bernbach nasceu em Bronx, Nova York, a Rebecca e Bernbach Jacob. Ele freqüentou a New York escolas públicas da cidade e em 1932 ganhou um BA grau de New York University. Ele se formou em Inglês, mas também estudou administração de empresas, filosofia e música, tocar piano. Após a formatura, em 1933 Bernbach conseguiu um emprego de executar o Schenley mailroom Distillers. Isso foi durante a Grande Depressão e uma conexão da família lhe arranjou o emprego. Ele pró-ativo escreveu um anúncio para Whiskey Schenley Creme de Americana, que ele tem nas mãos certas e o anúncio saiu. Ele foi promovido para o departamento de publicidade, deixou Schenley em 1939 para ghost-escrever para Grover Whalen, o chefe da Feira Mundial de 1939 e no ano seguinte ingressou na indústria de publicidade da agência William Weintraub. Ele viu dois anos de serviço ativo na Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, teve um papel na Coty, seguido por uma posição na Grey Advertising. Começou lá como um Copywriter mas foi promovido a Diretor de Criação, em 1947. Em 1949, com Ned Doyle com quem se encontrou em Grey, e Dane Mac que já estava executando uma agência pequena, Bernbach fundou sua agência de publicidade de mesmo nome em Manhattan. Desde sua fundação Bernbach desempenhado um papel fundamental na escrita da publicidade, distanciando-se dos aspectos administrativos e de promoção do negócio que foram deixados para Dane. Ele serviu como motor criativo por trás da agência ajudando a aumentar o faturamento de aproximadamente US$ 1 milhão para mais de US$ 40 milhões por o tempo que se aposentou. DDB cresceu para se tornar a agência de publicidade a 11ª maior da América em 1976, quando se afastou Bernbach como Chief Executive Officer para se tornar presidente do comitê executivo. Campanhas notáveis ​​de Bernbach são, We Try Harder para Avis Aluguel de carro, Mikey para Cereal Vida, Você não tem que ser judeu para amar Levy para Levy pão de centeio, e é tão simples para Polaroid. Sua campanha mais notável foi para a Volkswagen, que incluiu anúncios, tais como Think Small e limão. Bernbach foi conhecido por sua devoção à criatividade e temas bizarros, um legado que tenha creditado a ele como uma grande força por trás da revolução criativa dos anos 1960 e 1970. Seu trabalho era frequentemente caracterizada pela simplicidade, também é creditado como sendo o primeiro a combinar copywriters e diretores de arte em duas pessoas, equipes, eles geralmente tinham sido separadas em departamentos, um modelo que ainda existe em agências de publicidade hoje. Bernbach ganhou muitos prêmios e honrarias por seu trabalho dentro da indústria de publicidade durante sua carreira. Ele foi introduzido no Hall of Fame Redação em 1964, recebeu o O Homem do Ano do Prêmio de Publicidade em 1964 e 1965, e O Pulso Inc., Man of the Year Award em 1966. Ele também foi nomeado "Executive Agency Top Publicidade" em 1969 e recebeu o American Academy of Achievement Award em 1976 e foi empossado na Câmara americana Advertising Federation of Fame no mesmo ano. Ele projetou o Hall da Fama Publicidade "Golden Ladder" troféu. A AMC programa,Mad Men, que se centra na agência de publicidade fictícia de Sterling Cooper no início dos anos 1960, faz muitas referências a Bernbach; estilo mais ortodoxo inovador Bernbach de técnicas desafio Sterling Cooper, e DDB muitas vezes é mencionado como um concorrente na segunda temporada. No mailroom Distillers Schenley na década de 1930, um dos assistentes Bernbach foi Evelyn Carbone, um estudante universitário em Hunter que se dirigiu etiquetas de correio de saída. Enquanto Bernbach trabalhou seu caminho para o departamento de publicidade, Evelyn se tornou uma recepcionista. Eles se apaixonaram e se casaram em 1938 por um juiz de paz. Bernbach família era contra o casamento por motivos religiosos, mas eles viveram felizes e tiveram dois filhos, John e Paul. Após a morte de Bill, Evelyn e Bob Levenson o líder criativo da DDB, publicou "Livro de Bill Bernbach: Uma História da Publicidade que mudou a história da Publicidade". SUAS FRASES "Vamos provar ao mundo que o bom gosto, é bom, e boa escrita pode ser boa venda" "Todos nós que profissionalmente usa dos meios de comunicação são os formadores da sociedade. Nós podemos vulgarizar a sociedade. Podemos brutalizar-lo. Ou podemos ajudar a levantá-la em um nível mais elevado". "A verdade não é a verdade até que as pessoas acreditar em você, e não posso acreditar que você se eles não sabem o que você está dizendo, e eles não podem saber o que você está dizendo que se eles não escutam você, e eles não vão ouvi-lo se você não for interessante, e você não será interessante se você pode dizer coisas com imaginação, originalmente, recentemente".

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Abílio dos Santos Diniz

Nasceu em São Paulo, 28dez1936 é um empresário brasileiro, dono da Companhia Brasileira de Distribuição, que inclui as bandeiras de Varejo Alimentar, Pão de Açúcar e Extra, de Atacarejo, Assaí e de Eletro, Ponto Frio (Globex). Tornou-se também sócio majoritário das Casas Bahia, através da sua controlada Globex S/A. Abílio é o primeiro dos seis filhos de Valentim Diniz, imigrante português que chegou ao Brasil em 1929 e, que em 1948, abriu uma doceria chamada de Pão de Açúcar. Durante a infância e a juventude, dividiu seu tempo entre os estudos e os esportes. Formou-se na Escola de Administração de Empresas de São Paulo, mantida pela Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo. Ingressou na empresa do pai aos 20 anos, como gerente de vendas e, com as técnicas aprendidas nos Estados Unidos, em 1959 fundou o primeiro supermercado do grupo. Tornou-se, em 1979, membro do Conselho Monetário Nacional, de onde sairia dez anos depois. Em dezembro de 1989, Abilio foi sequestrado pelo Movimiento de Izquierda Revolucionaria e passou seis dias em cativeiro em São Paulo, bem próximo às eleições presidenciais de 1989. No fim dos anos 80, Abilio dos Santos Diniz, juntamente com a recessão provocada pelos planos econômicos da época, como o Plano Collor, que o levaram reestruturar as atividades do grupo, incluindo o fechamento de um terço das lojas deficitárias e demissão de 22.700 funcionários, teve de enfrentar uma disputa em família para ficar com todas as ações do grupo, a qual logrou êxito em 1992. Três anos depois, Abilio Diniz decidiu abrir o capital da empresa. Viveu novo revés em 1996, ao ser condenado a um ano e quatro meses de prisão por realizar uma operação de empréstimo considerada ilegal entre duas empresas do grupo. O empresário recorreu da decisão e foi absolvido pelo Tribunal Regional. Em 1999, o grupo francês Casino assume 24% do capital votante do grupo. Em 2000, o empresário iniciou um novo processo de reengenharia da Companhia Brasileira de Distribuição e assumiu a liderança no ranking das maiores redes de varejo do país. O grupo encerrou o ano de 2000 com 416 lojas em onze estados brasileiros. Além dos supermercados Pão de Açúcar e Comprebem, fazem parte da rede o hipermercado Extra e as lojas de eletrodomésticos Extra-Eletro e as lojas do supermercado Sendas. Em 2009 o Grupo Pão de Açúcar fechou a compra da rede Ponto Frio e tornou-se líder no varejo brasileiro, com cerca de 26 bilhões de reais de faturamento. A participação dos controladores do Ponto Frio foi adquirida por R$ 824,5 milhões, equivalente a 70,24% do capital total, com parte do valor pago com ações do Grupo. Atualmente, Abilio Diniz tem se afastado das atividades operacionais da empresa, mantendo-se como presidente do Conselho de Administração. Diniz é um esportista convicto: pratica corrida, natação, musculação e squash e, desde 1994, participa da Maratona de Nova York. No ranking 2007 da revista Forbes, Diniz figura com uma fortuna de 1,9 bilhão de dólares, colocado como o 538º entre os homens mais ricos do mundo e o oitavo entre os brasileiros. Há alguns anos entrou, junto com o filho João Paulo Diniz e seu primo Mauricio Arnaldo, no ramo de hotéis e restaurantes, ficando sócio do Grupo Fasano. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009. No ranking 2011 da revista Forbes, Diniz figura com uma fortuna de 3,6 bilhão de dólares, colocado como o 304º entre os homens mais ricos do mundo. "Emprendedor não deve ter sonho, tem que ter meta." "Empreendedor não briga, faz negócios. Briga é coisa para namorados." "É possível a empresa ser de alta performance e ser amada, mas isso só acontece se for uma empresa de gente." Um dos maiores empresários do Brasil, Abílio Diniz, presidente do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar, maior varejista do país, fala sobre essas e outras coisas da vida de empreendedor, e o impacto delas nos negócios, em um dos mais esperados painéis do CEO Summit 2011. O problema das pessoas que dizem sim para tudo como forma de agradar os outros, mesmo sabendo que na verdade a resposta é um NÃO. Entrevista no programa do Jô em Dezembro1998 apresentando projeto de vinheta e cenário pra o programa. Trabalho Acadêmico de Eleonora Diniz para a Faculdade de Comunicação e Artes do Mackenzie - Curso: Desenho Industrial - Comunicação Visual.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

STEVE JOBS 24fev1955 - 5out2011

El pasado es historia, el futuro es incierto, el presente es un obsequio.

Acordarme de que voy a morir pronto me ayuda a tomar las decisiones.

Jobs de 21 años y Steve Wozniak de 26, fundaron Apple Computer en el garaje de la familia Jobs en 1976. Bajo la dirección de Jobs la compañía introdujo sus primeras computadoras Apple y luego la Macintosh, que se volvió muy popular en los años 1980. Las innovaciones de Apple incluyen el "mouse" para facilitar a los usuarios la activación de programas y la apertura de archivos. Fue el primero en introducir la computadora como un aparato doméstico. De Steve Jobs son Apple - iPhone - iPod - iPad - Next Computers Y además la Cia. Pixar creadora de filmes como "Toy Story" y "Buscando a Nemo".

1976 - Steve Jobs y Steve Wozniak lanzan la primera computadora Apple en Palo Alto, California. Consiste en poco más que un panel de circuitos y cuesta poco menos de 700 dólares.

1977 - La Apple II con procesador de un megahertz se convierte en la primera computadora construida en forma masiva y en un éxito instantáneo.

1980 - Apple pasa a cotizar en Bolsa.

1983 - Presentan "Lisa", la primera computadora personal con un mouse para navegar y con íconos y carpetas en el "escritorio". Su fracaso fue atribuido a su alto precio, de casi 10.000 dólares.

1984 - Debut de la computadora Macintosh. Es accesible e incluye innovaciones como la disquetera, un monitor integrado y mouse.

1985 - Jobs renuncia por primera vez tras perder el control de Apple en una lucha interna por el poder en la compañía.

1986 - El director ejecutivo de Apple, John Sculley, se convierte en el presidente de la empresa. Jobs comienza con la compañía NeXT Computer y compra la unidad de gráficos de Lucasfilm, a la que rebautiza como Pixar.

1996 - Apple compra NeXT y convierte a Jobs en asesor.

1997 - Jobs reemplaza a Gil Amelio al frente de Apple. El archirrival Microsoft invierte 150 millones de dólares en la compañía.

1998 - Jobs moderniza la línea de productos de Apple, produciendo las coloridas computadoras iMac por 1.300 dólares.

1999 - Se presenta en el mercado el iBook, que llega como un iMac móvil.

2001 - Apple lanza un reproductor de música digital MP3, el iPod, por 399 dólares y abre la primera MacStore en Palo Alto.

2003 - Apple abre la tienda de música online iTunes.

2004 - Jobs es sometido a una operación por un cáncer de páncreas.

2007 - Apple lanza el iPhone, inaugurando la era de las pantallas táctiles.

2009 - Jobs se toma una nueva licencia médica en enero y regresa al trabajo en junio tras un trasplante de hígado.

2010 - Jobs presenta el iPad en enero y esta tableta con pantalla táctil sale a la venta en abril, convirtiéndose en un gran éxito. En mayo, Apple supera a Microsoft como primera compañia de tecnología estadounidense en términos de valor de mercado.

2011
17 de enero: Jobs se toma una nueva licencia médica sin especificar los motivos.

18 de enero: Apple reporta un beneficio neto trimestral récord de 6.000 millones de dólares sobre unos ingresos de 26.740 millones.

2 de marzo: Jobs hace una aparición sorpresa para develar la última iPad.

6 de junio: Jobs vuelve a sorprender al lanzar el servicio gratuito de almacenamiento en línea iCloud.

19 de julio: Apple logra en el segundo trimestre 7.310 millones de dólares de beneficios, con unos ingresos de 28.570 millones.

9 de agosto: Apple se convierte por un corto tiempo en la compañía más valiosa del mundo en capitalización de mercado al superar a ExxonMobil.

24 de agosto: Jobs anuncia su renuncia como presidente ejecutivo de Apple y es sustituido por el director de ventas y operaciones, Tim Cook, pero permanece como presidente del directorio. Tras el anuncio, las acciones de Apple caen 5,3%.

4 de octubre: Apple presenta el "iPhone 4S", un iPhone más potente con una función "asistente personal" que responde a comandos de voz, con un procesador más rápido y una cámara de video de alta definición.

5 de octubre: Muere Steve Jobs.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Zygmunt Bauman


Nasceu em 19nov1925 - Poznań, sociólogo polaco que iniciou sua carreira na universidade de Varsóvia onde escreveu diversos artigos e Livros Censurados até que em 1968 foi afastado da universidade. Emigrou da Polonia, reconstruindo sua carreira no Canadá, EUA e Austrália até chegar à Grã-Bretanha em 1971 ocupando o cargo de professor titular da Universidade de Leeds, função que ocupou por vinte anos. Lá conheceu o filosofo islandês Ji Caze, que influenciou sua prodigiosa produção intelectual, pela qual recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno em 1998, pelo conjunto de sua obra. Atualmente e professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia.


Entrevista com o filósofo polonês Zygmunt Bauman para o Fronteiras do Pensamento, apresentada na ocasião do encontro com o pensador francês Edgar Morin.
Data: 08/08/2011 (Porto Alegre) e 09/08/2011 (São Paulo)








INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO - O DIAGNÓSTICO DE ZYGMUNT BAUMAN PARA A PÓS-MODERNIDADE - A RELIGIÃO PÓS-MODERNA















quarta-feira, 27 de julho de 2011

Marshall McLuhan - Eu Mídia

O pensador canadense Marshall McLuhan nasceu há exatos 100 anos e, mesmo tendo nos deixado em 1980, tem uma obra atualíssima, das mais relevantes para compreender os fenômenos que desencadearam nas mudanças de comportamento da era tecnológica.

McLuhan pensava “os meios de comunicação como extensão do homem”, dizia que “qualquer pessoa pode hoje tornar-se autor e editor”, classificava a notícia, mais do que arte, como artefato. Avisara que “a nova interdependência eletrônica recria o mundo à imagem de uma aldeia global”, uma profecia que ganha outra dimensão com as tecnologias de informação e comunicação, e sua realidade virtual, cada vez mais presente em nossa cultura-mundo (Gilles Lipovetsky e Jean Serroy).

Assim como não é possível entender Marx sem os marxistas, dedico-me aos autores declaradamente McLuhanianos, como Henry Jenkins. “Em nome do ‘progresso’, a cultura dominante se esforça para obrigar os novos meios a realizarem tarefas do passado”, uma frase-síntese do pensador canadense para explicar a força propositiva de Cultura da Convergência.
O Homo sapiens tornou-se Homo ecranis“, afirmam Lipovetsky e Serroy. “Daí em diante ele nasce, vive, trabalha, ama, se diverte, viaja, envelhece e morre acompanhado, em todos os lugares por onde passa, por telas….
A era cem por cento tela não revela apenas uma quantidade ilimitada de imagens e de informações contínuas em uma multidão de novos suportes; ela vem acompanhada por uma comunicação interativa e produzida pelos próprios indivíduos. O ato I da telas era o das mass media, da comunicação unilateral e centralizada; o ato II é o da self media, das trocas interpessoais e comunitárias, descentralizadas e baseadas na utilização da Rede. Daí em diante, o modelo vertical da cultura midiática é simultaneamente um modelo horizontal, de uma cultura do todos para todos.

O “Eu Mídia” é a síntese da manifestação narcísica da cultura do consumo e do espetáculo exarcebada pelo realismo fanstástico do second life. “Deixe para trás aquele que você era”, diz um comercial televisivo. No second life do Facebook, do Twitter e do YouTube você pode ser apenas “quem você deseja ser”.

As pesquisas sobre fluxo informacional das redes denunciam a enorme predominância dos “me-informers” sobre os “informers”. De que vale ser mídia se o único assunto é apenas você mesmo? Chamo isso de síndrome de Ashton Kutcher (@aplusk), o ator hollywoodiano que transformou sua vida num roteiro de reality show via twitter, com mais de 7 milhões de seguidores.

Mas há a outra moeda do “Eu Mídia”. Aquele papel exercido nos tempos remotos da mídia impressa liberal, com jornalistas independentes, que ousavam contar suas histórias e cativar leitores com sua credibilidade. Se a cultura da convergência permite o surgimento e a sustentabilidade desse outro tipo de “Eu Mídia”, então seria a revolução dos meios e a transformação dos fins.