Design
Ouro: Posters Belo Horizonte City Hall Street Dance Festival Perfil252 Belo Horizonte
Direct Mail
Prata: Other Casa do Zezinho Share with those who need AlmapBBDO São Paulo
Film
Prata: Music-Licenced Nike Before and After F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Prata: Cinematography Pinacoteca de São Paulo Le Curiosism F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Prata: Online Coca-Cola Santa's Forgotten Letters Ogilvy Brasil Sao Paulo
Prata: Television/Cinema MTV Balloons Loducca Sao Paulo
Bronze: Online Bar Aurora & Boteco Ferraz Drunk Valet hungry man Sao Paulo/ Ogilvy Brasil
Bronze: Online Nike Lunarglide+ 3 Shield Some Time Together Park Pictures New York, NY/ / W+K São Paulo
Bronze: Direction Old Spice Motorcycle MJZ Los Angeles/ W+K São Paulo
Bronze: Direction Pinacoteca de São Paulo Le Curiosism F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Bronze: Editing Nike Addiction F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Bronze: Music-Adapted MTV Balloons Loducca Sao Paulo
Bronze: Television/Cinema Old Spice Motorcycle MJZ, Barking Owl Los Angeles, Los Angeles/ W+K São Paulo
Interactive
Bronze: Apps - desktop Carrefour Virou.gr F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Out of Home
Bronze: Ambient Casa do Zezinho Share with those who need AlmapBBDO São Paulo
Bronze: Poster Volkswagen Tiguan Hands free parking AlmapBBDO São Paulo
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Prata: Typography Billboard Brasil Jimi Hendrix Typography AlmapBBDO São Paulo
Bronze: Product/Service Volkswagen Tiguan Hands free parking AlmapBBDO São Paulo
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sábado, 5 de maio de 2012
Clio Awards 2012 - Os brasileiros vencedores
A organização do Clio Awards 2012 anuncia os trabalhos vencedores nas categorias Design, Direct Mail, Film, Interactive, Out of Home, Public Relations, Print e Radio.
Confira abaixo os brasileiros vencedores nessas categorias.
Design
Ouro: Posters Belo Horizonte City Hall Street Dance Festival Perfil252 Belo Horizonte
Direct Mail
Prata: Other Casa do Zezinho Share with those who need AlmapBBDO São Paulo
Film
Prata: Music-Licenced Nike Before and After F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Prata: Cinematography Pinacoteca de São Paulo Le Curiosism F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Prata: Online Coca-Cola Santa's Forgotten Letters Ogilvy Brasil Sao Paulo
Prata: Television/Cinema MTV Balloons Loducca Sao Paulo
Bronze: Online Bar Aurora & Boteco Ferraz Drunk Valet hungry man Sao Paulo/ Ogilvy Brasil
Bronze: Online Nike Lunarglide+ 3 Shield Some Time Together Park Pictures New York, NY/ / W+K São Paulo
Bronze: Direction Old Spice Motorcycle MJZ Los Angeles/ W+K São Paulo
Bronze: Direction Pinacoteca de São Paulo Le Curiosism F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Bronze: Editing Nike Addiction F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Bronze: Music-Adapted MTV Balloons Loducca Sao Paulo
Bronze: Television/Cinema Old Spice Motorcycle MJZ, Barking Owl Los Angeles, Los Angeles/ W+K São Paulo
Interactive
Bronze: Apps - desktop Carrefour Virou.gr F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Out of Home
Bronze: Ambient Casa do Zezinho Share with those who need AlmapBBDO São Paulo
Bronze: Poster Volkswagen Tiguan Hands free parking AlmapBBDO São Paulo
Print
Prata: Typography Billboard Brasil Jimi Hendrix Typography AlmapBBDO São Paulo
Bronze: Product/Service Volkswagen Tiguan Hands free parking AlmapBBDO São Paulo
Design
Ouro: Posters Belo Horizonte City Hall Street Dance Festival Perfil252 Belo Horizonte
Direct Mail
Prata: Other Casa do Zezinho Share with those who need AlmapBBDO São Paulo
Film
Prata: Music-Licenced Nike Before and After F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Prata: Cinematography Pinacoteca de São Paulo Le Curiosism F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Prata: Online Coca-Cola Santa's Forgotten Letters Ogilvy Brasil Sao Paulo
Prata: Television/Cinema MTV Balloons Loducca Sao Paulo
Bronze: Online Bar Aurora & Boteco Ferraz Drunk Valet hungry man Sao Paulo/ Ogilvy Brasil
Bronze: Online Nike Lunarglide+ 3 Shield Some Time Together Park Pictures New York, NY/ / W+K São Paulo
Bronze: Direction Old Spice Motorcycle MJZ Los Angeles/ W+K São Paulo
Bronze: Direction Pinacoteca de São Paulo Le Curiosism F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Bronze: Editing Nike Addiction F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Bronze: Music-Adapted MTV Balloons Loducca Sao Paulo
Bronze: Television/Cinema Old Spice Motorcycle MJZ, Barking Owl Los Angeles, Los Angeles/ W+K São Paulo
Interactive
Bronze: Apps - desktop Carrefour Virou.gr F/Nazca Saatchi & Saatchi São Paulo
Out of Home
Bronze: Ambient Casa do Zezinho Share with those who need AlmapBBDO São Paulo
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quarta-feira, 7 de março de 2012
Marcas que desapareceram do mercado brasileiro
Mesmo fora de atuação, nomes como Kolynos, Arapuã, Mappin, Gurgel e Bamerindus continuam na memória dos brasileiros.

Problemas financeiros e falência levaram grandes marcas brasileiras, como as varejistas Arapuã, Mappin e Mesbla, a desaparecerem do mercado. Situação semelhante ocorreu com o Bamerindus, banco que gravou na mente de boa parte dos brasileiros o slogan: “O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa”. Já em outros casos, a marca deixou de existir após ser comprada por outra empresa, como o creme dental Kolynos.
Relembre alguns casos:
A Kolynos foi uma das marcas de creme dental e escova de dentes mais famosas do Brasil. Chegou ao País em 1917, importado dos Estados Unidos, e mais tarde foi instalada fábrica no Brasil. A marca desapareceu em 1997, após ser vendida para a Colgate-Palmolive, e foi substituída pela pasta Sorriso.
Vinheta gráfica dos anos 60, em desenho animado, para apresentação de programas de televisão patrocinados por Kolynos. Duração:15".
Agência: McCann Erickson
A Arapuã já foi a maior varejista de eletrodomésticos do Brasil, tendo como principais concorrentes a Casas Bahia e o Ponto Frio. Antes de quebrar, em 1998, a empresa tinha 265 lojas e mais de dois mil funcionários. A empresa diz, por meio de nota divulgada no fim do ano passado, que os credores aprovaram o plano de recuperação judicial.
O Mappin, oficialmente chamado de Casa Anglo-Brasileira, foi uma tradicional loja de departamentos do Brasil e comercializava itens como roupas, brinquedos e móveis. Foi à falência em 1999, então sob a direção de Ricardo Mansur, mas pode voltar a funcionar em 2013, sob o comando da Marabraz, que adquiriu os direitos da marca por R$ 5 milhões.
A Mesbla foi outra grande loja de departamento no Brasil, que teve sua falência decretada em 1999. Ricardo Mansur, que detinha o controle acionário da empresa na época, chegou a anunciar a volta da marca em 2009 com uma loja virtual voltada para o público feminino de classe A e B. Mas o projeto foi interrompido até que se resolvam questões societárias.
O Bamerindus (Banco Mercantil e Industrial do Paraná) entrou em dificuldades na segunda metade dos anos 1990 e sofreu intervenção do Banco Central em 1997. Os ativos saudáveis do banco foram vendidos ao HSBC pelo valor simbólico de R$ 1. Outros bancos grandes bancos que quebraram nessa época foram o Nacional e o Econômico.
A Gurgel Motores chegou a produzir mais de 40 mil veículos durante seus 27 anos de existência. A empresa criada por João Augusto do Amaral Gurgel foi a primeira desenvolver um motor próprio e fabricar carros 100% nacionais.

O Cine Belas Artes exibiu suas últimas sessões em março do ano passado, após 68 anos de história em São Paulo. A saída do patrocinar e o aumento do aluguel do prédio onde estava instalado, na esquina da Rua da Consolação com a Avenida Paulista, levaram ao encerramento das atividades.

Problemas financeiros e falência levaram grandes marcas brasileiras, como as varejistas Arapuã, Mappin e Mesbla, a desaparecerem do mercado. Situação semelhante ocorreu com o Bamerindus, banco que gravou na mente de boa parte dos brasileiros o slogan: “O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa”. Já em outros casos, a marca deixou de existir após ser comprada por outra empresa, como o creme dental Kolynos.
Relembre alguns casos:
A Kolynos foi uma das marcas de creme dental e escova de dentes mais famosas do Brasil. Chegou ao País em 1917, importado dos Estados Unidos, e mais tarde foi instalada fábrica no Brasil. A marca desapareceu em 1997, após ser vendida para a Colgate-Palmolive, e foi substituída pela pasta Sorriso.
Vinheta gráfica dos anos 60, em desenho animado, para apresentação de programas de televisão patrocinados por Kolynos. Duração:15".
Agência: McCann Erickson
A Arapuã já foi a maior varejista de eletrodomésticos do Brasil, tendo como principais concorrentes a Casas Bahia e o Ponto Frio. Antes de quebrar, em 1998, a empresa tinha 265 lojas e mais de dois mil funcionários. A empresa diz, por meio de nota divulgada no fim do ano passado, que os credores aprovaram o plano de recuperação judicial.
O Mappin, oficialmente chamado de Casa Anglo-Brasileira, foi uma tradicional loja de departamentos do Brasil e comercializava itens como roupas, brinquedos e móveis. Foi à falência em 1999, então sob a direção de Ricardo Mansur, mas pode voltar a funcionar em 2013, sob o comando da Marabraz, que adquiriu os direitos da marca por R$ 5 milhões.
A Mesbla foi outra grande loja de departamento no Brasil, que teve sua falência decretada em 1999. Ricardo Mansur, que detinha o controle acionário da empresa na época, chegou a anunciar a volta da marca em 2009 com uma loja virtual voltada para o público feminino de classe A e B. Mas o projeto foi interrompido até que se resolvam questões societárias.
O Bamerindus (Banco Mercantil e Industrial do Paraná) entrou em dificuldades na segunda metade dos anos 1990 e sofreu intervenção do Banco Central em 1997. Os ativos saudáveis do banco foram vendidos ao HSBC pelo valor simbólico de R$ 1. Outros bancos grandes bancos que quebraram nessa época foram o Nacional e o Econômico.
A Gurgel Motores chegou a produzir mais de 40 mil veículos durante seus 27 anos de existência. A empresa criada por João Augusto do Amaral Gurgel foi a primeira desenvolver um motor próprio e fabricar carros 100% nacionais.

O Cine Belas Artes exibiu suas últimas sessões em março do ano passado, após 68 anos de história em São Paulo. A saída do patrocinar e o aumento do aluguel do prédio onde estava instalado, na esquina da Rua da Consolação com a Avenida Paulista, levaram ao encerramento das atividades.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Cannes Lions 2011 - Skankplay e Banana Mecânica (Beach Soccer)

A equipe brasileira de publicitários do time Banana Mecânica venceu o campeonato de Beach Soccer desta edição do Cannes Lions.
O case SkankPlay é uma realização do coletivo Don't Try This, do produtor Dudu Marote e da banda Skank, com apoio da MTV. Partindo de seis vídeos sincronizados de cada um dos membros da banda, qualquer pessoa poderia "se gravar" tocando com o Skank. Juntando todos os participantes da ação, é possível agora montar mais de 30 mil bandas tocando a faixa "De Repente" do Skank.
Ficha Técnica
Agency/Collective: DonTryThis
Creatives: Caio Mattoso, Pedro Gravena, Rodrigo Mendes
Creative Directors: Caio Mattoso, Pedro Gravena, Rodrigo Mendes
Music Company: Dr. DD
Music Director: Eduardo Marote
Video Production Companies: Vila Filmes and Kardman Audiovisual
Scene Directors: Pedro Ferrarini e Guga Nogueira
Motion Graphics Director: Pedro Ferrarini
Video Production Director: Caio Tozzi
Chief Developer: Cauê Passero
PR: Priscila Cotta
"Foi muito legal ter ganhado esse Leão e estamos muito felizes. Fiz esse trabalho por uma realização pessoal e é lucro ser reconhecido pelos jurados de Cannes."
Rodrigo Mendes, do coletivo Don't Try This, sobre Leão de Ouro em PR, com "SkankPlay"
O coletivo DonTryThis - dos publicitários Caio Mattoso, Pedro Gravena e Rodrigo Mendes - criou para o Skank o projeto SkankPlay, plataforma que vai permitir que qualquer pessoa toque virtualmente com os quatro integrantes da banda e crie videoclipes oficiais para a música "De Repente", do CD e DVD "Multishow ao Vivo - Skank no Mineirão”. "A intenção é que a música não tenha apenas um videoclipe oficial, mas quantos as pessoas quiserem", diz Samuel Rosa.
A MTV é apoiadora do SkankPlay e vai veicular alguns desses videoclipes oficiais. O projeto tem produção musical de Dudu Marote. Ao entrar no site, o internauta verá seis vídeos diferentes, cada um com um integrante da banda tocando sua parte na música.
Samuel Rosa aparecerá em três vídeos: dois de voz e um de guitarra. Ao apertar o botão Play, o visitante verá todos os vídeos sincronizadamente, formando a música. Por meio de um miniaplicativo disponível no site, qualquer pessoa poderá gravar sua própria versão para a música "De Repente", seja cantando, tocando ou fazendo uma performance. Depois, é só colocar o vídeo (ou mais de um) no lugar de um dos seis iniciais e, assim, fazer uma jam session virtual com o Skank.
O botão “videoclipe” faz com que os vídeos sejam mixados e fundidos em um só. Essa versão personalizada do clipe, além de ficar no site, poderá ser adicionada (embedada) em blogs, no Facebook etc. Para quem não sabe tocar ou cantar a música e quiser participar da brincadeira, haverá vídeos tutoriais realizados pelos próprios integrantes do Skank.
Alunos da escola EM&T (Escola de Música e Tecnologia), de São Paulo, foram os primeiros participantes a testar o SkankPlay.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Havaianas
Depois que a Havaianas entrou no mercado internacional, ela não parou mais de fazer ações publicitárias criativas.



Uma delas foi essa ação de guerilha desenvolvida pela BBDO de Nova Iorque, para promover o novo estilo floral da linha Flip Flop, onde foi criado "camas" com flores plantadas nos locais de venda, reforçando a imagem da marca à natureza e às cores.

Uma bela ação de guerrilha! Que completa esse outdoor:

Uma outra ação que achei muito boa, foi essa onde foram distribuídos tapetes 'de saudação' em algumas portas, com um par de Havaianas!
Data Original: 01/10/2007 - AlmapBBDO
A reação era imediata: a pessoa saia de manhã para trabalhar e se deparava com essa saudação em sua porta, podendo usar o tapete dentro ou fora de casa, com a vantagem de já ter o lugar de guarda a sandália!

A Havaianas foi inspirada na sandália de dedo japonesa Zori, feita de palha de arroz. Em 14jun1962 foi criado o primeiro modelo que tinha como diferencial a matéria-prima. Por ser feita de borracha era mais durável e confortável. Visualmente pobres e baratas, as sandálias ganharam popularidade. O humorista Chico Anysio foi uma arma das Havaianas no combate às imitações. Com o slogan As únicas que não deformam, não tem cheiro e não soltam as tiras, a marca se tornou ainda mais popular.

Quem viveu nos anos 60 e 70 deve se lembrar do humorista Chico Anysio em campanhas publicitárias das sandálias Havaianas, fabricadas pelas Alpargatas. O artista, por meio de personagens de sua criação, foi a primeira celebridade a divulgar o produto, um sucesso na época que gerou falsificações. Assim, para frear a ação da concorrência desleal, a campanha - brega, nos dias atuais - teve o objetivo de informar na época que as legitimas Havaianas não soltam tiras e não têm cheiro. O produto e a marca, ao longo dos anos 1980, começaram a se desgastar, razão pela qual a empresa trocou de agência, mudou sua estratégia de comunicação, e conseguiu transformar a sandália num produto fashion, exportado para vários países. Trata-se de um dos principais cases de marketing no País. A ação, com uso de personalidades, começou nos anos 1990 com o pioneiro Chico Anysio. Thereza Collor veio logo após. Embasado no mote "Todo mundo usa Havaianas, o ator Luis Fernando Guimarães flagrava, na seqüência, Vera Fisher, Malu Mader, Bebeto e Maurício Mattar usando as sandálias. Cristiana Oliveira apareceu, mais tarde, assim como Fábio Assunção, Rodrigo Santoro, Luana Piovani e Déborah Secco. Marcos Palmeira, Raí, Popó, Luma de Oliveira, Marcos Pasquim e Reinaldo Gianechini, entre outros, também deram o ar da graça em divertidas situações relacionadas ao produto. Para quem gosta de publicidade e procura por filmes antigos, uma boa dica é recorrer à Memória da Propaganda (pesquisa@memoriadapropaganda.org.br), cujo acervo se encontra sem fase de digitalização por meio de apoio da Rede Globo.
Nesta campanha o ator Luis Fernando Guimarães flagrava personalidades como Vera Fisher, Malu Mader, Bebeto e Maurício Mattar usando as sandálias. Todo esse repertório contribuiu para que a sandália se tornasse a mais democrática que já se viu.



Uma delas foi essa ação de guerilha desenvolvida pela BBDO de Nova Iorque, para promover o novo estilo floral da linha Flip Flop, onde foi criado "camas" com flores plantadas nos locais de venda, reforçando a imagem da marca à natureza e às cores.

Uma bela ação de guerrilha! Que completa esse outdoor:

Uma outra ação que achei muito boa, foi essa onde foram distribuídos tapetes 'de saudação' em algumas portas, com um par de Havaianas!
Data Original: 01/10/2007 - AlmapBBDO
A reação era imediata: a pessoa saia de manhã para trabalhar e se deparava com essa saudação em sua porta, podendo usar o tapete dentro ou fora de casa, com a vantagem de já ter o lugar de guarda a sandália!

A Havaianas foi inspirada na sandália de dedo japonesa Zori, feita de palha de arroz. Em 14jun1962 foi criado o primeiro modelo que tinha como diferencial a matéria-prima. Por ser feita de borracha era mais durável e confortável. Visualmente pobres e baratas, as sandálias ganharam popularidade. O humorista Chico Anysio foi uma arma das Havaianas no combate às imitações. Com o slogan As únicas que não deformam, não tem cheiro e não soltam as tiras, a marca se tornou ainda mais popular.

Quem viveu nos anos 60 e 70 deve se lembrar do humorista Chico Anysio em campanhas publicitárias das sandálias Havaianas, fabricadas pelas Alpargatas. O artista, por meio de personagens de sua criação, foi a primeira celebridade a divulgar o produto, um sucesso na época que gerou falsificações. Assim, para frear a ação da concorrência desleal, a campanha - brega, nos dias atuais - teve o objetivo de informar na época que as legitimas Havaianas não soltam tiras e não têm cheiro. O produto e a marca, ao longo dos anos 1980, começaram a se desgastar, razão pela qual a empresa trocou de agência, mudou sua estratégia de comunicação, e conseguiu transformar a sandália num produto fashion, exportado para vários países. Trata-se de um dos principais cases de marketing no País. A ação, com uso de personalidades, começou nos anos 1990 com o pioneiro Chico Anysio. Thereza Collor veio logo após. Embasado no mote "Todo mundo usa Havaianas, o ator Luis Fernando Guimarães flagrava, na seqüência, Vera Fisher, Malu Mader, Bebeto e Maurício Mattar usando as sandálias. Cristiana Oliveira apareceu, mais tarde, assim como Fábio Assunção, Rodrigo Santoro, Luana Piovani e Déborah Secco. Marcos Palmeira, Raí, Popó, Luma de Oliveira, Marcos Pasquim e Reinaldo Gianechini, entre outros, também deram o ar da graça em divertidas situações relacionadas ao produto. Para quem gosta de publicidade e procura por filmes antigos, uma boa dica é recorrer à Memória da Propaganda (pesquisa@memoriadapropaganda.org.br), cujo acervo se encontra sem fase de digitalização por meio de apoio da Rede Globo.
Nesta campanha o ator Luis Fernando Guimarães flagrava personalidades como Vera Fisher, Malu Mader, Bebeto e Maurício Mattar usando as sandálias. Todo esse repertório contribuiu para que a sandália se tornasse a mais democrática que já se viu.
terça-feira, 22 de março de 2011
Os 5 sentidos na publicidade - Mario Persona

Mario Mário José Buzolin Persona (Limeira, 25 de fevereiro de 1955) é um escritor, consultor e professor de comunicação e marketing brasileiro. Formado em Arquitetura e Urbanismo em Santos, passou a atuar como consultor de comunicação e marketing, palestrante e professor, constituindo uma carreira eclética. Suas crônicas de marketing, comunicação e negócios, publicadas em seu blog Mario Persona CAFE e em jornais, revistas e sites no Brasil e exterior, misturam conhecimento, humor e irreverência. Um dos pioneiros em Internet no Brasil, é autor dos livros Crônicas de uma Internet de Verão (2001), Receitas de Grandes Negócios (2002), Gestão de Mudanças em Tempos de Oportunidades (2003), Marketing Tutti-Frutti (2004) e Marketing de Gente (2005), pela Editora Futura, e Dia de Mudança (2007), pela Landscape.
Bibliografia
"Dia de Mudança", Editora Landscape, São Paulo, ISBN 9788577750436
"Marketing de Gente", Editora Futura, ISBN 8574131970
"Marketing Tutti Frutti: Bem Humoradas Crônicas, Idéias e Sacadas...", Editora Futura, ISBN 8574131865
"Gestão de Mudanças em Tempos de Oportunidades", Editora Futura, São Paulo, ISBN 8574131598
"Receitas de Grandes Negócios", Editora Futura, São Paulo, ISBN 8574131202
"Crônicas de uma Internet de Verão", Editora Futura, ISBN 857413094X
Como desenvolver seu marketing pessoal e plano de carreira para aumentar sua empregabilidade e visibilidade no mercado de trabalho.
Todos nós precisamos saber falar em público. Sim, pois sempre haverá uma oportunidade quando seremos convidados a falar a uma audiência, apresentar um projeto em uma reunião ou dar uma aula. É preciso conhecer algumas técnicas para desempenhar bem e, principalmente, quebrar o gelo na hora de começar...
Todo profissional precisa inovar e agregar valor, em si mesmo, no produto ou serviço que vende. Toda venda precisa ser uma experiência de satisfação para o cliente. Conto aqui algo que aconteceu comigo em 1985. Não seja uma banana qualquer. Seja uma banana flambada, trecho de palestra do palestrante Mario Persona.
http://www.mariopersona.com.br
http://www.mariopersona.net/
Grand Prix Cannes Lions Festival - 2010

Old Spice, ‘The Man Your Man Could Smell Like’
Advertiser: Old Spice
Product: Body Wash
Entrant Company: Wieden+Kennedy
Country: USA
Year: 2010
Executive Creative Director: Mark Fitzloff/Susan Hoffman
Creative Director: Jason Bagley/Eric Baldwin
Art Director: Craig Allen/Eric Kallman
Copywriter: Craig Allen/Eric Kallman
Agency Producer: Erin Goodsell/Ben Grylewicz
Planner: Britton Taylor
Account Supervisor: Diana Gonzalez/Jess Monsey
Production Company: MJZ Los Angeles, USA
Director: Tom Kuntz
Producer: Jeff Scruton
Editor: Carlos Arias, Final Cut
Sound Design/Arrangement: Lime Studios
Post Production: Saima Awan
Other Credits: VFX Company: The Mill, Los Angeles/Producer: Arielle Davis/Ep: Sue Troyan
Grand Prix Cannes Lions Festival - 2000 a 2009

Perrier, 'Le Lion Et La Lionne'
Advertiser: Sggsemf
Product: Perrier Mineral Water
Entrant Company: Ogilvy & Mather
Country: FRANCE
Year: 2000
Producer: Alain Bernard
Director: Jean-Paul Goude
Music: "I Put A Spell On You"
Creative Director: Christian Reuilly
Copywriter: Christian Reuilly
Art Director: Christian Reuilly
Advertiser Supervisor: Richard Girardot
Production Company: Pac
Advertising Agency Producer: Isabelle Jaglin
Jean-Paul Goude (nascido em 1940 em Saint-Mandé) é um designer gráfico francês, ilustrador, fotógrafo e diretor de filmes publicitários. Ele criou várias campanhas bem conhecida por marcas como Perrier, Citroën e Chanel. Ele tem um filho, Paulo, com sua ex-musa, a modelo e artista Grace Jones (Os dois nunca se casaram).
"Rue Faubourg" Rue Faubourg música "Rue Faubourg Saint Honoré" moda celebridades chanel "Vanity Fair" moda "fashion week", "Vogue francesa" italiano "de condução da música" modelos "Super Model" moda "vídeo da música" ferrari subaru toyota ford "conversa carro" "Top Gear" da BBC fiat lótus "Vitórias segredo" Alfa Romeo "nissan sexy novos rápido Maserati Porsche imobiliário 4x4 vw audi f1 fórmula um" carros clássicos "Evo" anúncios melhor carro "anúncios de carros engraçado" "sexy carro ad" impreza "ad grande carro" proibidos anúncios de automóveis "trator" carro de rali "," falhas.
Budweiser Whassup Campaign
Advertiser: Anheuser Busch
Product: Budweiser
Entrant Company: DDB, Chicago
Country: USA
Year: 2000
Director: Charles Stone III
Lighting Cameraman: John Perez
Creative Director: Don Pogany
Creative Director: Bob Scarpelli
Copywriter: Charles Stone Iii
Copywriter: Vinny Warren
Art Director: Chuck Taylor
Art Director: Justin Reardon
Account Supervisor: Marty Kohr
Advertiser Supervisor: Bob Lachky
Production Company: C&C-Storm Films
Advertising Agency Producer: Kent Kwiatt
http://www.canneslions.com/lions/lightbox.cfm?sub_channel_id=111
Fox Campaign
Advertiser: Fox
Product: Sports Tv Channel
Entrant Company: Cliff Freeman And Partners
Country: USA
Year: 2001
Producer: Richard Ulfvengren
Director: Traktor
Creative Director: Eric Silver
Copywriter: Dan Morales
Art Director: Rossana Bardales
Art Director: Taras Wayner
Account Supervisor: Cathy Goldman
Advertiser Supervisor: Neal Tiles
Production Company: Cape Direct
Production Company: Partizan New York
Advertising Agency Producer: Clair Grupp
Advertising Agency Producer: Catherine Abate
Nike, 'Tag'
Advertiser: Nike
Product: Sportswear
Entrant Company: Wieden + Kennedy
Country: USA
Year: 2002
Producer: Alicia Bernard
Director: Frank Budgen
Creative Director: Dan Wieden / Hal Curtis / Jim Riswold
Art Director: Monica Taylor / Andy Fackrell
Account Supervisor: Byron Oshiro
Advertiser Supervisor: Shawn Bavaresco
Advertising Agency Producer: Andrew Loevenguth
Music: Elias Associates
Bruna Calmon apresenta o comercial Tag da Nike, ganhador do Grand Prix do Festival de Cannes 2002. Tag também foi o melhor comercial na opinião da imprensa.
IKEA, 'Lamp'
Advertiser: IKEA
Product: Home Furnishings
Entrant Company: Crispin Porter + Bogusky
Country: USA
Year: 2003
Director: Spike Jonze
Creative Director: Alex Bogusky / Paul Keister
Copywriter: Ari Merkin
Art Director: Steve Mapp / Mark Taylor
Production Company: Morton Jankel Zander
Advertising Agency Producer: Rupert Samuel
Sony Playstation, 'Mountain'
Advertiser: Sony Computer Entertainment
Product: Playstation 2
Entrant Company: TBWA
Country: UNITED KINGDOM
Year: 2004
Producer: Paul Rothwell
Director: Frank Budgen
Lighting Cameraman: Marcello Durst
Creative Director: Trevor Beattie
Copywriter: Paula Marcantonio / Tony Mctear
Art Director: Tony Mctear
Account Supervisor: Peter Bracegirdle / Jo Amery
Advertiser Supervisor: David Patton
Production Company: Gorgeous Enterprises
Advertising Agency Producer: Kate Hitchings
Sound Production: Shirley Temple / De Gospel Train
Honda, 'Grrr'
Advertiser: Honda
Product: Honda Diesel
Entrant Company: Wieden + Kennedy
Country: UNITED KINGDOM
Year: 2005
Producer: Jullie Parfitt / Chris O'reilly
Director: Adam Foulkes / Alan Smith
Music: Be Nice To The Pigeons / Hate Something
Creative Director: Tony Davidson / Kim Papworth
Copywriter: Sean Thompson / Michael Russoff / Richard Russell
Art Director: Sean Thompson / Michael Russoff / Richard Russell
Account Supervisor: Francesca Sellers
Advertiser Supervisor: Matt Coombe
Production Company: Nexus Productions
Advertising Agency Producer: Charlie Tinson / Rob Steiner
Sound Production: Wave London
Guinness, 'Noitulove'
Advertiser: Guinness
Product: Guinness
Entrant Company: Abbott Mead Vickers BBDO
Country: UNITED KINGDOM
Year: 2006
Producer: Jonnie Frankel
Director: Danny Kleinman
Music: Peter Raeburn / Adam Bushell / Tom Kenyatta / Nick Foster
Creative Director: Paul Brazier
Copywriter: Ian Heartfield
Art Director: Matt Doman
Production Company: Kleinman Productions
Advertising Agency Producer: Yvonne Chalkley
Dove, 'Evolution'
Advertiser: Unilever
Product: Dove Self Esteem Fund
Entrant Company: Ogilvy & Mather
Country: CANADA
Year: 2007
Executive Creative Director: Janet Kestin / Nancy Vonk
Creative Director: Janet Kestin / Nancy Vonk
Copywriter: Tim Piper
Art Director: Tim Piper / Mike Kirkland
Agency Producer: Brenda Surminski
Account Supervisor: Aviva Groll / Sarah Kostecki
Advertiser's Supervisor: Mark Wakefield / Stephanie Hurst
Production Company, City: Reginald Pike, Toronto
Director: Yael Staav/Tim Piper
Producer: Jennifer Walker (Reginald Pike) / Stefani Kouverianos (Soho)
D.O.P / Lighting Cameraman: Tico Poulakakis
Editor: Paul Gowan (Rogue Editorial)
Music: David Hayman/Andrew Harris: 'Vapor'
Sound Design / Arrangement: Vapor
Post Production: Soho
Photography: Gabor Jurina
Retoucher: Edward Cha
Animation: Kevin Gibson
Cadbury, 'Gorilla'
Advertiser: Cadbury
Product: Dairy Milk
Entrant Company: Fallon
Country: UNITED KINGDOM
Year: 2008
Advertising Agency: Fallon, London
Executive Creative Director: Richard Flintham
Creative Director: Juan Cabral
Copywriter: Juan Cabral
Art Director: Juan Cabral
Agency Producer: Nicky Barnes
Account Supervisor: Chris Willingham
Production Company, City: Blink, London
Producer: Matthew Fone
Director: Juan Cabral
D.O.P/Lighting Cameraman: Daniel Bronks
Editor: Joe Guest
Music: Phil Collins, 'In The Air Tonight'
Sound Design/Arrangement: Parv Thind at Wave
Post Production: MPC
Microsoft, Halo 3 Campaign
Advertiser: Microsoft
Product: XBox 360/'Halo 3' Video Game
Entrant Company: McCann Worldgroup, San Francisco
Country: USA
Year: 2008
Enemy Weapon:
Advertising Agency: T.A.G., San Francisco / McCann Worldgroup, San Francisco
Creative Director: Geoff Edwards / Scott Duchon
Copywriter: Rick Herrera
Art Director: Ben Wolan
Agency Producer: Vince Genovese
Account Supervisor: Chris McDonald
Production Company, City: Go Film, Hollywood
Director: Simon McQuoid
Gravesite:
Advertising Agency: T.A.G., San Francisco / McCann Worldgroup, San Francisco
Creative Director: Geoff Edwards, Scott Duchon / John Patroulis
Copywriter: Rick Herrera
Art Director: Ben Wolan
Agency Producer: Vince Genovese
Account Supervisor: Chris McDonald
Production Company, City: MJZ, Los Angeles
Director: Rupert Sanders
John 117 / Monument:
Advertising Agency: T.A.G., San Francisco / McCann Worldgroup, San Francisco
Creative Director: Geoff Edwards / Scott Duchon / John Patroulis
Copywriter: Rick Herrera
Art Director: Ben Wolan
Agency Producer: Vince Genovese / Hannah Murray
Account Supervisor: Chris McDonald
Production Company: T.A.G., San Francisco
Director: T.A.G.
Combat:
Advertising Agency / Entrant Company / Production Company: RSA, New York
Director: Neill Blomkamp
Philips, 'Carousel'
Advertiser: Philips
Product: Philips Cinema 21:9
Entrant Company: Tribal DDB Amsterdam
Country: THE NETHERLANDS
Year: 2009
Advertising Agency: Tribal DDB Amsterdam, The Netherlands
Global Creative Director for Philips: Neil Dawson, DDB London
Worldwide Strategy Director: Han van Dijk
Creative Director: Chris Baylis / Andrew Ferguson
Copywriter: Carla Madden
Art Director: Mariota Essery / Maximilliano Chanan
Agency Producer: John Reardon / Jeroen Jedeloo / Iwona Echt
Business Director: Neil Robb, DDB London
Planner: Sean Chambers
International Strategy Director: Sean Chambers
Client Service Director Integrated Services: Sandra Krstic
Production Company: Stink Digital, London
Director: Adam Berg
Producer: Mark Pytlik / Simon Eakhurst / Daniel Bergmann
Editor: Paul Hardcastle, Trim
Sound Design / Arrangement / Music: Michael Fakesch
Post Production: Richard Lyons, Redrum Stockholm
Lead Developer: Ian McGregor, Stink Digital
Colorist: Jean-Clement Soret, MPC London
Grand Prix Cannes Lions Festival - 1990 a 1999

Maxell, 'Into The Valley / The Israelites'
Advertiser: Maxell
Product: Maxell Tapes
Entrant Company: Howell Henry Chaldecott Lury
Country: URUGUAY
Year: 1990
Producer: Bruce Williamson
Director: The Molotov Brothers
Lighting Cameraman: Nic Morris
Music: Desmond Dekker
Copywriter: Naresh Ramchandani
Art Director: Tim Ashton
Production Company: Hutchins Film Company
Advertising Agency Producer: Jane Fuller (Fuller McClellen)
1991 - sem informação
Rubber Cement, 'Nuns'
Advertiser: Rubber Cement
Product: Flexible Glue
Entrant Company: Casadevall Pedreno & Spr
Country: SPAIN
Year: 1992
Producer: Joaquin Padro
Director: Eduardo Maclean
Lighting Cameraman: Miquel Rosario
Creative Director: Ramon Roda
Creative Director: Luis Casadevall
Creative Director: Cuca Canals
Copywriter: Luis Casadevall
Art Director: Ramon Roda
Advertiser Supervisor: Jose Maria Mas Sarda
Production Company: Rodar Y Rodar
Advertising Agency Producer: Luis Casadevall
Advertising Agency Producer: Ramon Roda
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Nissin, 'Moa / Synthetoceras'
Advertiser: Nissin
Product: Cup Noodles
Entrant Company: Hakuhodo
Country: JAPAN
Year: 1993
Producer: Seiichiro Horii / Kazuyuki Machida
Director: Shinya Nakajima
Lighting Cameraman: Satoshi Seno
Creative Director: Susumu Miyazaki
Copywriter: Tomomi Maeda
Copywriter: Koji Ando
Art Director: Keisuke Tadokoro
Art Director: Takuya Onuki
Art Director: Kazuhiro Suda
Advertiser Supervisor: Hideki Hattori
Production Company: Tohokushinsha Film Corporation
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Chrysler, 'Snow Covered'
Advertiser: Chrysler
Product: Jeep Grand Cherokee
Entrant Company: Bozell North Advertising
Country: USA
Year: 1994
Producer: T Chang / J Riddle
Director: Eric Saarinen
Music: Pilhofer Music
Creative Director: Gary Topolewski
Copywriter: Pete Pohl
Art Director: Andy Ozark
Production Company: Plum Productions
Advertising Agency Producer: John Van Osdol
1995 - sem informação
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Rolo, 'Elephant'
Advertiser: Nestlé
Product: Rolo
Entrant Company: Ammirati Puris Lintas
Country: THE NETHERLANDS
Year: 1996
Producer: Myra Konings
Director: Rogier Van Der Ploeg
Lighting Cameraman: Rogier Van Der Ploeg
Creative Director: Diederick Koopal
Creative Director: Jan Van Meel
Copywriter: Diederick Koopal
Copywriter: Jan Pieter Nieuwekerk
Art Director: Marcel Frensch
Advertiser Supervisor: Petre De Lange
Advertiser Supervisor: Henk Kwakman
Production Company: Czar
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Diesel, '5 A.M. Mono Village / Little Rock'
Advertiser: Diesel
Product: Jeans & Workwear
Entrant Company: Paradiset DDB
Country: SWEDEN
Year: 1997
Producer: Richard Ulfvengren
Director: Pontus Lowenhielm
Director: Ulf Johansson
Music: Jurgen Drews, 'Warum Immer Ich'
Creative Director: Joakim Jonason
Copywriter: Linus Karlsson
Art Director: Joakim Jonason
Advertiser Supervisor: Maurizio Marchiori
Production Company: Traktor Film
Advertising Agency Producer: Mia Kleist
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Nike Campaign
Advertiser: Nike
Product: Skateboarding
Entrant Company: Goodby Silverstein & Partners
Country: USA
Year: 1998
Producer: Bonnie Goldfarb
Director: Baker Smith
Creative Director: Rich Silverstein
Creative Director: Jeffrey Goodby
Copywriter: Albert Kelly
Art Director: Jon Soto
Account Supervisor: Max Hegerman
Advertiser Supervisor: Erik Burbank
Production Company: Tate & Partners
Advertising Agency Producer: Kristin Loudis
The Independent, 'Litany'
Advertiser: Quick.Com
Product: The Independent
Entrant Company: Lowe Howard-Spink
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1999
Producer: Helen Langridge
Director: Rob Sanders
Lighting Cameraman: Bob Pendar-Hughes
Music: Joe Campbell / Paul Hart
Creative Director: Paul Weinberger
Copywriter: Charles Inge
Art Director: Charles Inge
Production Company: Helen Langridge Associates
Advertising Agency Producer: Charles Crisp
Grand Prix Cannes Lions Festival - 1980 a 1989

1980 - sem informação
Lego, 'Kipper'
Advertiser: Lego
Product: Lego Bricks
Entrant Company: TBWA
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1981
Production Company: Clearwater Films
Director: Ken Turner
Copywriters: Steve Hayden
Art Directors: Brent Thomas / Lee Clow
Producer: Richard O'Neill
Matsushita, 'A Menu of Lights'
Advertiser: Matsushita Electric Industrial Co
Product: National Electric Bulbs
Entrant Company: Hakuhodo
Country: JAPAN
Year: 1982
Production Company: Cap Co
Director: Masatake Satomi
Copywriters: Ted Sann
Art Directors: Harvey Hoffenberg
Producer: Gene Lofaro
Darty, 'Love Story'
Advertiser: Darty
Product: Stereo Systems
Entrant Company: Havas Conseil
Country: FRANCE
Year: 1983
Production Company: Major / Hamster
Copywriters: Bill Heater
Art Directors: Don Easdon
Producer: Mary-Ellen Argentieri
Apple Computer, '1984'
Advertiser: Apple Computer
Product: Computers
Entrant Company: Chiat/Day, Los Angeles
Country: USA
Year: 1984
Production Company: Fairbank Films, New York
Director: Ridley Scott
Art Directors: Azuma Uchida/ Hiroshi Matsuzaki
Producer: Nobuo Hirata
Pepsi-Cola, 'Archaeology'
Advertiser: Pepsi-Cola Company
Product: Pepsi-Cola
Entrant Company: BBDO, New York
Country: USA
Year: 1985
Production Company: Pytka, New York
Director: Joe Pytka
Copywriter: Phil Wiggins
Art Directors: Garry Walton
Producer: Howard Spivey
John Hancock Financial, 'Bill Heater'
Advertiser: John Hancock Financial,
Product: Insurance
Entrant Company: Hill Holliday Connors Cosmopulos, Boston
Country: USA
Year: 1986
Production Company: Pytka, Venice
Director: Joe Pytka
Copywriter: T Segarra / M Munoz / JM Lapena / JM Mancebo
Art Directors: Melchor Palacios
Producer: Luis Felipe Moreno
Heibon-Sha, 'The Illustrated Guide to Animals'
Advertiser: Heibon-Sha
Product: The Encycplopedia Of Animals
Entrant Company: Dentsu, Tokyo
Country: JAPAN
Year: 1987
Production Company: Proceed Company, Tokyo
Copywriter: Naresh Ramchandani
Art Directors: Tim Ashton
Producer: Jane Fuller
Volkswagen Passat, 'Launch II'
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Volkswagen Passat, 'Launch II'
Advertiser: VAG (UK)
Product: Volkswagen Passat
Entrant Company: DDB Needham Worldwide
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1988
Production Company: The Paul Weiland Film Company
Director: David Garfath
Co-Creators: Garry Walton & Phil Wiggins
Producer: Isabelle Jaglin

TVE, 'Scooter / Suitcase'
Advertiser: TVE
Product: Television Station
Entrant Company: Contrapunto, Madrid
Country: SPAIN
Year: 1989
Production Company: Nebraska/Perkins and Partners, London
Director: John Perkins
Copywriter: Luis Casadevall
Art Director: Ramon Roda
Producers: Luis Casadevall / Ramon Roda
Grand Prix Cannes Lions Festival - 1970 a 1979

Volkswagen, 'Kaferkiller' (cinema)
Advertiser: Volkswagenwerk Ag
Product: Der Kafer
Entrant Company: Doyle Dane Bernbach GMBH / Werneagentur GWA
Country: GERMANY
Year: 1970
Production Company: Richard Willaims
Director: Richard Willaims
Copywriters: Edward A McCabe
Camay, Small Store' (TV)
Advertiser: Procter & Gamble
Product: Camay Toilet Soap
Entrant Company: Leo Burnett
Country: USA
Year: 1970
Production Company: Kaleidoscope Productions Inc.
Director: Robert S. Sallin
Copywriters: Gregory Obrzut
Volvo, 'Now That's A Hardtop' (TV)
Advertiser: Volvo
Product: Volvo
Entrant Company: Scali, McCabe, Solves Inc.
Country: USA
Year: 1971
Production Company: Mike Cuesta Studios
Copywriters: Marvin Jacobson
Stena Line Tours, 'Grandpa' (cinema)
Advertiser: Stena AB
Product: Stena Line Weekend Tours
Entrant Company: Pinguin Film AB
Country: SWEDEN
Year: 1971
Production Company: Pinguin Film AB
Director: Peter Wester
Copywriters: Rene Van Rossom
Seven-Up, 'Un Story' (TV)
Advertiser: The Seven-Up Company
Product: Seven-Up Soft Drink
Entrant Company: J Walter Thompson, Chicago
Country: USA
Year: 1972
Production Company: The Petersen Company
Copywriters: Alf Mork
Director: Glen Swanson
Levi's, 'Walking Behinds' (cinema)
Advertiser: Levi Strauss & Co SA(cinema)
Product: Levi Strauss Jeans
Entrant Company: Young & Rubicam Benelux SA
Country: BELGIUM
Year: 1972
Production Company: RSA
Director: Hugh Hudson
Copywriters: CLM Team
Crest, 'Goodbye Harold' (TV)
Advertiser: Procter & Gamble
Product: Crest Toothpaste
Entrant Company: Benton & Bowles
Country: USA
Year: 1973
Production Company: Games/Lowe
Director: George Gomes
Skandinaviska Enskilda Banken, 'The Proposal' (cinema)
Advertiser: Skandinaviska Enskilda Banken
Product: Bank
Entrant Company: STIG Arbman AB
Country: SWEDEN
Year: 1973
Production Company: Arbman Production AB
Director: Jan Troell
Copywriters: Alf Mork
Vittel, 'Le Restaurant' (TV)
Advertiser: Vittel
Product: Vittel
Entrant Company: CLM Team
Country: FRANCE
Year: 1974
Production Company: Citeca Productions
Director: Edouard Molinaro
Copywriters: Curvin O'Rielly / Lou Dijoseph
Suntory Whisky, 'Sammy Davis Jr ad libs' (cinema)
Advertiser: Suntory Ltd
Product: Suntory White Whisky
Entrant Company: Japan Colour Movie
Country: JAPAN
Year: 1974
Production Company: Japan Color Movie Co
Director: Santa Sugiyama
Copywriters: Hugh Harkness
Expressen, 'Free' (cinema)
Advertiser: Expressen AB
Product: Expressen-Evening Paper
Entrant Company: STIG Arbman AB
Country: SWEDEN
Year: 1975
Production Company: Commercial Creators A/S
Director: Alf Mork
Copywriters: Garard Coquement / Bertrand Petit
Dr. Pepper, 'Executive Lunch' (TV)
Advertiser: Dr. Pepper
Product: Soft Drink
Entrant Company: Y&R, New York
Country: USA
Year: 1975
Production Company: Dick Levine Productions
Director: Ed Bianchi
Copywriters: Bruce Jarrett
Producer: Adrian Ussher
Guinness, 'Black Pot' (TV)
Advertiser: Guinness
Product: Guinness
Entrant Company: J Walter Thompson
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1976
Production Company: Perkins St. Clair
Director: John Perkins
Copywriters: Alan Tilby/ Peter Harold
Producer: Sandy Watson
Elle Magazine, 'Idees-Elle' (cinema)
Advertiser: Elle Magazine
Product: Magazine
Entrant Company: Position
Country: FRANCE
Year: 1976
Production Company: RSA Production SARL
Director: Ridley Scott
Copywriters: Andre Matzneff
Producer: Andre Matzneff
Overseas Telecommunications Commission Campaign (TV)
Advertiser: Overseas Telecommunications Commission
Product: Overseas Telephone Calls
Entrant Company: George Patterson
Country: AUSTRALIA
Year: 1977
Production Company: Centrefold Productions
Director: Adrian Ussher
Copywriters: John Webster/ Sue Trott
Producer: Peter Valentine
Samson, 'The Lion' (cinema)
Advertiser: Gallaher
Product: Samson Niemeyer Tabacco
Entrant Company: KMP Partnership
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1977
Production Company: Richard Williams Animation
Director: Dick Purdum
Copywriters: Hal Riney
Producer: Hal Riney/ Gerald Andelin
Waterman, 'La Copieuse' (cinema)
Advertiser: Waterman
Product: Graduate de Waterman
Entrant Company: Benton & Bowles
Country: FRANCE
Year: 1978
Production Company: Franco American Films
Director: Catherine Lefebvre
Copywriters: Sarah Moon / Robert Delpire
Producer: Michele Siritzky
L'Aimant, 'French Lesson' (TV)
Advertiser: Coty
Product: L'Aimant
Entrant Company: The Boase Massimi Pollitt Univas Partnership
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1978
Production Company: Hudson Films
Director: Hugh Hudson
Blitz-Weinhard, 'Vern and Earl / Tourist' (TV)
Advertiser: Blitz-Weinhard
Product: Blitz Beer
Entrant Company: Ogilvy & Mather
Country: USA
Year: 1979
Production Company: The Partners Film Co.
Director: Doug Moshoian
Copywriters: Mike Cozens / Graham Watson
Producer: Jane Bearman

Cacharel Campaign
Advertiser: Cacharel
Product: Cacharel
Entrant Company: Ideodis
Country: FRANCE
Year: 1979
Production Company: Hamster Films
Director: Sarah Moon
Copywriters: K. Kashima / M. Shibata / N. Mega / Y. Mizuhara
Producer: Fujio Iwaski
Grand Prix Cannes Lions Festival - 1954 a 1969

A primeira premiação, selecionado filme com três minutos de duração, eleito na categoria de produto higiênico dentifrício "pasta de dente".
Chlorodont, 'Il Circo'
Advertiser: Chlorodont
Product: Toothpaste
Country: ITALY
Year: 1954
Production Company: Ferry Mayer
Vins du Postillon, 'Saloon Bar'
Advertiser: Vins du Postillon
Entrant Company: Cinema et Publicite
duração: 1'23"
Country: FRANCE
Year: 1955

Barclays Bank, 'Put Una Money for There'
Advertiser: Barclays Bank
Product: Banking
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1956
Production Company: Geoffrey E. Summer

Potages Maggi, 'Opera Boeuf'
Advertiser: Potages Maggi Paris
Product: Produits Alimentaires
Country: FRANCE
Year: 1957
Production Company: Cinema et Publicite
Director: Lemoine et Boussac
Distillerie Brandy Stock, 'In Tutto II Mondo'
Advertiser: Distillerie Brandy Stock
Product: Brandy Distillery
Entrant Company: Gamma Film Sas di Roberto Gavoli / Ferry Mayer
Country: ITALY
Year: 1958
General Motors, 'Station Wagon' (cinema)
Advertiser: General Motors
Product: Automobiles
Entrant Company: Campbell-Ewald Company
Country: USA
Year: 1959
Production Company: Lawrence Schnitzer
Outro comercial de 1959 comparando a categoria do produto com as carroças do velho oeste...
Tired Dog (TV)
Entrant Company: Foote, Cone & Belding
Country: USA
Year: 1959
Production Company: Cascade Picture Inc.
Philips, 'Light'
Advertiser: Philips A/S
Product: Philips
Entrant Company: Gutenberghus Reklame Film
Country: DENMARK
Year: 1960
Director: Jens Henriksen
Chevrolet, 'Magic Ride' (cinema)
Advertiser: General Motors
Product: Automobile Chevrolet
Entrant Company: Campbell-Ewald Company
Country: FRANCE
Year: 1961
Production Company: Cinema et Publicite - Arco Film Productions Inc.
Director: Bernard Lemoine
Schweppes, 'Gardening Advice' (TV)
Advertiser: Schweppes Ltd
Product: Schweppes Tomato Juice
Entrant Company: Clifford Bloxham & Partners Ltd
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1961
Media: Film Lions
Award: Grand Prix
Production Company: Ango-Scottish Pictures Ltd
Director: David Paltenghi
Johnnie Walker, 'Bashful Glasses' (cinema)
Advertiser: Johnnie Walker
Product: Whisky
Entrant Company: SH Benson
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1962
Director: Bettiol-Bonati-Bettiol
United Brewers, 'Who Says Beer Is A Man's Beverage?' (TV)
Advertiser: United Brewers
Product: Beer
Entrant Company: J Walter Thompson
Country: USA
Year: 1962
Production Company: MPO Videotronics
Director: Charles Dubin
Chevrolet, 'Truck Egg Test' (TV)
Advertiser: Chevrolet Motors Division, General Motors Corporation
Product: Automobiles (Truck)
Entrant Company: Campbell-Ewald Company
Country: USA
Year: 1963
Production Company: TY Thyssen
Director: David Greene
Volumi a Fascicoli Settimanali, 'La Bibbia' (cinema)
Advertiser: Soc.Editori f. lli Fabbri
Product: Volumi a Fascicoli Settimanali
Entrant Company: Gamma Film Sas di Roberto Gavoli
Country: ITALY
Year: 1963
Production Company: Gamma Film Sas di Roberto Gavoli
Director: Roberto Gavoli / GP Beneschi
Alcoa Closures, 'Sounds' (TV)
Advertiser: Aluminium Company of America
Product: Alcoa Closures
Entrant Company: Ketchum, MacLeod & Grove Inc
Country: USA
Year: 1964
Production Company: The Europeans Inc
Director: Dick Roberts
Copywriter: Arthur Ross
Lustucru, La Preuve Par l'Oeuf' (cinema)
Advertiser: Lustucru
Product: Lustucru Pates Alimentaires
Entrant Company: Coudert et Dino
Country: FRANCE
Year: 1964
Production Company: La Comete Production a Surrut
Director e copywriter: J. Asseo
Rohm & Haas, 'Plexiglas' (cinema)
Advertiser: Rohm & Haas Chamische Fabrik
Product: Plexiglas
Entrant Company: Domo-Film
Country: GERMANY
Year: 1965
Director: H E Meyer
Laura Scudders, 'Supermarket' (TV)
Advertiser: Laura Scudders
Product: Laura Scudders Potato Chips
Entrant Company: Doyle Dane Bernbach Inc.
Country: USA
Year: 1965
Production Company: N. Lee Lacy/Associates Ltd
Director: N. Lee Lacy
Copywriter: Mary Ellen Flynn
Kodak, 'Sunrise, Sunset' (TV)
Advertiser: Eastman Kodak Company
Product: Instamatic Camera
Entrant Company: J Walter Thompson
Country: USA
Year: 1966
Production Company: Gerald Schnitzer Productions
Director: Gerald Schnitzer
Copywriter: Kenneth Thoren
Midland Bank, Money Talks' (cinema)
Advertiser: Midland Bank Ltd
Product: Banking Facilities
Entrant Company: Charles Barker & Sons Ltd
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1966
Production Company: Cammel Hudson BrownJohn Associates
Director: Robert BrownJohn
Copywriter: David Cammel
Fleurop Interflora, 'Fleurop' (cinema)
Advertiser: Fleurop Interflora
Product: Trasmissione Omaggi Floreali
Entrant Company: Roma Ads
Country: ITALY
Year: 1967
Production Company: Massimo Saraceni Cinematografica
Director: Enrico Sannia
Burlington Industries, 'Dance' (TV)
Advertiser: Burlington Industries
Product: Clothing Textiles
Entrant Company: Doyle Dane Bernbach Inc.
Country: USA
Year: 1968
Production Company: MPO, New York
Director: Victor Lukens
Copywriter: Carol Sherman / Rick Levine / Herb Strauss
Copywriter: Massimo Saraceni
National Provincial Bank, 'Counting' (cinema)
Advertiser: National Provincial Bank
Product: National Provincial Bank
Entrant Company: Pritchard Wood & Partners
Country: UNITED KINGDOM
Year: 1968
Production Company: N. Lee Lacy Associates
Director: N. Lee Lacy
Copywriter: Brian Mendell/ John Webster
Purina, 'Park Bench' (TV)
Advertiser: Ralston Purina Company
Product: Purina Canned Meats For Dogs
Entrant Company: Gardner Advertising Company
Country: USA
Year: 1968
Production Company: Pacific Commercials
Director: Mack Bing
Copywriters: George Nicks/ Steve Sheldon
United Cereval Palsy Fund, 'Have a Cigar' (TV)
Advertiser: United Cereval Palsy Fund
Product: United Cereval Palsy Fund
Entrant Company: Doyle Dane Bernbach Inc.
Country: USA
Year: 1969
Production Company: Madison Quaid
Director: Dave Larson/Jack Dillon/Phil Worcester
Copywriters: Rudy Perz
Pepsi-Cola, 'Nino' (cinema)
Advertiser: Pepsi-Cola
Product: Pepsi-Cola
Entrant Company: MacDonald Publicidad SRL
Country: ARGENTINA
Year: 1969
Production Company: Smith Producciones SRL
Director: Ricardo Becher
Copywriters: Peter Webster
quarta-feira, 16 de março de 2011
Festival de SAWA / Cannes Lions
O Festival de Publicidade de Cannes (em inglês Cannes Lions International Advertising Festival) foi criado pela SAWA (Screen Advertising Worlds Agencies). O Festival de Sawa (sediado em Veneza) e é realizado na cidade de Cannes, na Riviera Francesa. Foi criado em 1953, e se tornou o mais importante prêmio da publicidade mundial. Geralmente é realizado no mês de junho.

Tradicionalmente, teve uma única categoria (Filmes), até que no início da década de 90 começaram a surgir novas categorias. Os prêmios são dividos em Grand Prix, Leão de Ouro, Leão de Prata e Leão de Bronze. Cada categoria tem um chefe de júri, e o júri de cada categoria é composto por publicitários de vários países escolhidos, sendo estes países os que tem maior participação em inscrição de peças no festival. Em 2005, foi criado o Titanium Lions, categoria criada para premiar as idéias mais inovadoras e audaciosas em comunicação. Em 2006, a novidades são: a nova categoria, Promo Lions, e a separação da categoria Impressa da categoria Outdoor. O Brasil se tornou um dos países mais premiados no Festival, junto com os Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França e Espanha. Outros países importantes, tratando-se de premiação, são Itália, Portugal, Suécia, Argentina, Japão, entre outros.

O Brasil participou pela primeira vez em 1971, o primeiro leão de ouro da publicidade brasileira veio em 1974, com o filme Homem com mais de quarenta anos, criado por Washington Olivetto e Francesc Petit, pela agência DPZ, para o Conselho Nacional de Propaganda. Desde então, o Brasil tem ganhado cada vez mais prêmios e se tornado destaque, como é o caso de agências como DM9DDB e F/Nazca Saatchi & Saatchi, eleitas melhores agências do mundo no festival. Na categoria Young Creatives, o primeiro leão de ouro foi ganho em 2001 pela dupla Guga Ketzer e Marco Aurélio Monteiro. Na última edição (2005), o Brasil foi terceiro país que mais inscreveu peças no festival (atrás de Estados Unidos e Alemanha, e na frente de Inglaterra e Espanha).
Em 2006, o Brasil conquistou três Leões de Bronze, entretanto, um deles foi devolvido pela Lew Lara 15 dias após o término do Festival de Cannes. Se considerarmos esse fato, a perfomance brasileira em 2007 é semelhante a do ano passado, porém, naquele em 2006 tivemos 18 peças entre as finalistas, contra 10 desta edição.
Somando todas as áreas do festival, o Brasil ganhou mais 28 Leões em 2007, fechando sua participação no Palais des Festivals com seis Leões de Ouro, quatro de Prata e 20 de Bronze, performance melhor que a do ano passado, quando o País conquistou 28 Leões, sendo cinco de Ouro, sete de Prata e 15 de Bronze.
Para a elaboração dos rankings aqui publicados adotamos dois critérios: ranking por GP e leões de ouro e um segundo ranking considerando todos os leões conquistados. Para efeitos de ordem adotamos o critério olímpico.
Ranking de excelência criativa/Grand-Prix e Ouros
Agência GP Ouro Total
DM9/DM9DDB 4 19 23
Almap/BBDO 1 22 23
F-Nazca 1 10 11
DPZ 0 15 15
Ogilvy/Ogilvy Interactive 0 08 08
W-GGK//W-Brazil 0 07 07
Standard 0 05 05
Publicis 0 05 05
FIscher & Justus/Fischer America 0 04 04
MPM 0 04 04
Neogama 0 04 04
Agência Click 1 02 03
McCann 0 03 03
Young & Rubicam 0 03 03
JWT 0 02 02
Salem 0 02 02
Thunderhouse 0 02 02
Salles/Salles Darcy 0 02 02
LewLara/TBWA 0 02 02
Obs:
1.Conquistaram um leão de ouro as agências: Umuarama, SSC&B Lintas, Denver, DM9/Bahia (Duda Mendonça), Adag, Contemporânea, Deck, Norton, D+W, Carillo Pastore, Pronom, Giovanni FCB, Prisma, Loducca, LiveAd, Tequila-Br. e Euro RSCG.
2. Este ranking inclui também os Grand-Prix de Agências do Ano
3. Apenas 36 agências brasileiras obtiveram GP e (ou) leões de ouro neste Festival nos 37 anos de participação no evento.
4. Ao todo o Brasil conquistou 08 Grand-Prix (04 de Agência do Ano) e 121 leões dourados.
Ranking Geral. GP e todos os leões
Agência GP Ouro Prata Bronze Prêmios
DM9/DM9DDB 04 19 24 33 80
Almap/AlmapBBDO 01 22 34 44 101
F-Nazca 01 10 07 17 35
DPZ 00 15 11 11 37
Ogilvy/Ogilvy Interactive 00 08 07 06 21
W-GGK/W-Brazil 00 07 05 08 20
Publicis/Publicis Salles 00 05 02 04 11
Fischer & Justus/Fischer América 00 04 06 11 21
MPM 00 04 03 07 14
Neogama 00 04 01 00 05
Young & Rubican 00 03 14 12 29
McCann 00 03 04 06 13
Agência Click 01 02 03 13 18
JWT 00 02 05 08 15
Salles/Salles Darcy 00 02 01 07 10
Salem 00 02 01 01 04
Thunderhouse 00 02 00 00 02
Euro RSCG 00 01 01 06 08
Leo Burnett 00 01 03 08 12
Loducca 00 01 04 05 10
Giovanni FCB 00 01 03 01 05
Lew Lara 00 01 01 05 07
Contemporânea 00 01 01 04 06
Tequila-Br 00 01 01 03 05
Carillo Pastore 00 01 00 01 02
Denison 00 01 01 01 03
DM9/Bahia 00 01 01 01 03
Lintas/SSCB Lintas 00 01 01 01 03
Norton 00 01 01 00 02
Relação de outras agências premiadas não incluidas neste ranking geral: África, Artplan, Umuarama, Denver, Adag, Deck, D+W, Pronom, Prisma, Grottera, Onestop, Onmedia, Upper, Cápsula/TBWA, Age, Aol Brasil, OPM, EugênioDDB, Loo, Virtual Net. Rapp Digital, Duda Mendonça, Fabra Quintero, Master, Lov-A Nova Geração, MCR Records, Matos Grey, Santa Clara,Talent, Gringo, Wunderman, Indústria Nacional e Diálogo, Bullet, J. Ribeiro Mihanovich, Hot Shop, Lince, P.A Nascimento, Lage Dammann, Esquire, Proeme, Espiral, Mendes, Gang, Publicitá, CBBA, GGK, Sym, Up Propaganda, Oana, SLBB, Better, V&S, DW, Upgrade, Bates, Sinc, LiveAd,Sun MRM, New Content, Ponto de Criação, Indústria Nacional/Diálogo, Tatil Design
Fontes para a elaboração deste ranking: Promocine, Asteriscos (Diário Popular), Propmark, Meio & Mensagem e O Estado de S.Paulo.
A partir da edição de 2006, concorre nove categorias:
Filmes
Mídia Impressa
Mídia Outdoor
Lions Direct (Marketing direto)
Media Lions (Mídia)
Internet
Rádio
Titanium Lions
Promo Lions (Promoção de Vendas)
Categoria Especial:
Young Creatives (destinada a jovens talentos da propaganda)

Tradicionalmente, teve uma única categoria (Filmes), até que no início da década de 90 começaram a surgir novas categorias. Os prêmios são dividos em Grand Prix, Leão de Ouro, Leão de Prata e Leão de Bronze. Cada categoria tem um chefe de júri, e o júri de cada categoria é composto por publicitários de vários países escolhidos, sendo estes países os que tem maior participação em inscrição de peças no festival. Em 2005, foi criado o Titanium Lions, categoria criada para premiar as idéias mais inovadoras e audaciosas em comunicação. Em 2006, a novidades são: a nova categoria, Promo Lions, e a separação da categoria Impressa da categoria Outdoor. O Brasil se tornou um dos países mais premiados no Festival, junto com os Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França e Espanha. Outros países importantes, tratando-se de premiação, são Itália, Portugal, Suécia, Argentina, Japão, entre outros.

O Brasil participou pela primeira vez em 1971, o primeiro leão de ouro da publicidade brasileira veio em 1974, com o filme Homem com mais de quarenta anos, criado por Washington Olivetto e Francesc Petit, pela agência DPZ, para o Conselho Nacional de Propaganda. Desde então, o Brasil tem ganhado cada vez mais prêmios e se tornado destaque, como é o caso de agências como DM9DDB e F/Nazca Saatchi & Saatchi, eleitas melhores agências do mundo no festival. Na categoria Young Creatives, o primeiro leão de ouro foi ganho em 2001 pela dupla Guga Ketzer e Marco Aurélio Monteiro. Na última edição (2005), o Brasil foi terceiro país que mais inscreveu peças no festival (atrás de Estados Unidos e Alemanha, e na frente de Inglaterra e Espanha).
Em 2006, o Brasil conquistou três Leões de Bronze, entretanto, um deles foi devolvido pela Lew Lara 15 dias após o término do Festival de Cannes. Se considerarmos esse fato, a perfomance brasileira em 2007 é semelhante a do ano passado, porém, naquele em 2006 tivemos 18 peças entre as finalistas, contra 10 desta edição.
Somando todas as áreas do festival, o Brasil ganhou mais 28 Leões em 2007, fechando sua participação no Palais des Festivals com seis Leões de Ouro, quatro de Prata e 20 de Bronze, performance melhor que a do ano passado, quando o País conquistou 28 Leões, sendo cinco de Ouro, sete de Prata e 15 de Bronze.
Para a elaboração dos rankings aqui publicados adotamos dois critérios: ranking por GP e leões de ouro e um segundo ranking considerando todos os leões conquistados. Para efeitos de ordem adotamos o critério olímpico.
Ranking de excelência criativa/Grand-Prix e Ouros
Agência GP Ouro Total
DM9/DM9DDB 4 19 23
Almap/BBDO 1 22 23
F-Nazca 1 10 11
DPZ 0 15 15
Ogilvy/Ogilvy Interactive 0 08 08
W-GGK//W-Brazil 0 07 07
Standard 0 05 05
Publicis 0 05 05
FIscher & Justus/Fischer America 0 04 04
MPM 0 04 04
Neogama 0 04 04
Agência Click 1 02 03
McCann 0 03 03
Young & Rubicam 0 03 03
JWT 0 02 02
Salem 0 02 02
Thunderhouse 0 02 02
Salles/Salles Darcy 0 02 02
LewLara/TBWA 0 02 02
Obs:
1.Conquistaram um leão de ouro as agências: Umuarama, SSC&B Lintas, Denver, DM9/Bahia (Duda Mendonça), Adag, Contemporânea, Deck, Norton, D+W, Carillo Pastore, Pronom, Giovanni FCB, Prisma, Loducca, LiveAd, Tequila-Br. e Euro RSCG.
2. Este ranking inclui também os Grand-Prix de Agências do Ano
3. Apenas 36 agências brasileiras obtiveram GP e (ou) leões de ouro neste Festival nos 37 anos de participação no evento.
4. Ao todo o Brasil conquistou 08 Grand-Prix (04 de Agência do Ano) e 121 leões dourados.
Ranking Geral. GP e todos os leões
Agência GP Ouro Prata Bronze Prêmios
DM9/DM9DDB 04 19 24 33 80
Almap/AlmapBBDO 01 22 34 44 101
F-Nazca 01 10 07 17 35
DPZ 00 15 11 11 37
Ogilvy/Ogilvy Interactive 00 08 07 06 21
W-GGK/W-Brazil 00 07 05 08 20
Publicis/Publicis Salles 00 05 02 04 11
Fischer & Justus/Fischer América 00 04 06 11 21
MPM 00 04 03 07 14
Neogama 00 04 01 00 05
Young & Rubican 00 03 14 12 29
McCann 00 03 04 06 13
Agência Click 01 02 03 13 18
JWT 00 02 05 08 15
Salles/Salles Darcy 00 02 01 07 10
Salem 00 02 01 01 04
Thunderhouse 00 02 00 00 02
Euro RSCG 00 01 01 06 08
Leo Burnett 00 01 03 08 12
Loducca 00 01 04 05 10
Giovanni FCB 00 01 03 01 05
Lew Lara 00 01 01 05 07
Contemporânea 00 01 01 04 06
Tequila-Br 00 01 01 03 05
Carillo Pastore 00 01 00 01 02
Denison 00 01 01 01 03
DM9/Bahia 00 01 01 01 03
Lintas/SSCB Lintas 00 01 01 01 03
Norton 00 01 01 00 02
Relação de outras agências premiadas não incluidas neste ranking geral: África, Artplan, Umuarama, Denver, Adag, Deck, D+W, Pronom, Prisma, Grottera, Onestop, Onmedia, Upper, Cápsula/TBWA, Age, Aol Brasil, OPM, EugênioDDB, Loo, Virtual Net. Rapp Digital, Duda Mendonça, Fabra Quintero, Master, Lov-A Nova Geração, MCR Records, Matos Grey, Santa Clara,Talent, Gringo, Wunderman, Indústria Nacional e Diálogo, Bullet, J. Ribeiro Mihanovich, Hot Shop, Lince, P.A Nascimento, Lage Dammann, Esquire, Proeme, Espiral, Mendes, Gang, Publicitá, CBBA, GGK, Sym, Up Propaganda, Oana, SLBB, Better, V&S, DW, Upgrade, Bates, Sinc, LiveAd,Sun MRM, New Content, Ponto de Criação, Indústria Nacional/Diálogo, Tatil Design
Fontes para a elaboração deste ranking: Promocine, Asteriscos (Diário Popular), Propmark, Meio & Mensagem e O Estado de S.Paulo.
A partir da edição de 2006, concorre nove categorias:
Filmes
Mídia Impressa
Mídia Outdoor
Lions Direct (Marketing direto)
Media Lions (Mídia)
Internet
Rádio
Titanium Lions
Promo Lions (Promoção de Vendas)
Categoria Especial:
Young Creatives (destinada a jovens talentos da propaganda)
sábado, 16 de outubro de 2010
Mercado publicitário avalia adoção de novas regras de remuneração
Márcio Santoro, vice-presidente da gência Africa, adota modelo que evita ficar com o caixa vazio ao longo do ano

Agências de publicidade, anunciantes e veículos de comunicação discutem novas regras de remuneração, diferentes daquelas estabelecidas por eles há dez anos no Conselho Executivo de Normas-Padrão (Cenp). E a discussão, que inclui a prática de pagar as agências conforme o desempenho do produto anunciado no varejo, será acelerada a partir de fevereiro.
A meta, segundo Petrônio Corrêa, presidente do Cenp, é concluir as negociações dentro de três meses.
A avaliação de modelos de remuneração variável - adotados por agências do porte de DraftFCB, McCann Erickson e Africa e por empresas que figuram no topo dos rankings de maiores anunciantes do país, como AmBev, Itaú, Philips e Schincariol - está sendo feita desde agosto no Cenp.
As reuniões, que eram mensais, passarão a semanais dentro de dez dias. "Desde que se respeitem as normas-padrão, não vemos problemas com a prática. Mas é preciso discutir estas e outras questões porque há regras no mercado e elas têm de ser cumpridas", diz Corrêa.
Não passar a idéia de que se esteja atropelando as regras do Cenp, que estabelece o pagamento à agência com um percentual em relação ao valor investido pelo anunciante, é uma preocupação real nas agências de publicidade. As que adotam a remuneração variável são enfáticas em destacar que a prática não substitui as normas do Cenp. "O Cenp determina a remuneração sobre o total investido em mídia mas, nem sempre a propaganda é a melhor solução para um cliente. Por outro lado, temos que manter nossas equipes e isso exige fluxo de caixa", afirma Márcio Santoro, vice-presidente da agência Africa.
A agência, que faz parte do grupo ABC (ex-Ypy), adotou um modelo engenhoso para não deixar o caixa vazio. O ponto de partida do cálculo é o total que o cliente pretende investir em compra de espaço publicitário durante todo o ano. Divide-se esse valor por doze e a agência recebe mensalmente o resultado dessa conta. "Ao final do exercício, fazemos o acerto do que foi a mais ou a menos", diz Santoro. "Com a medida, a Africa não fica dependente do trabalho de mídia e pode manter sua equipe de trabalho sem nenhum sobressalto".
A Africa tem cinco anos de mercado e uma lista de 11 clientes ( Nivea, Vale do Rio Doce, Brahma, Vivo, Mitsubishi, Itaú e Parmalat são alguns deles).
Pelo menos 10% dos 35 clientes da McCann Erickson do Brasil já estão usando algum tipo de fórmula alternativa para remunerar o trabalho da agência, além do modelo básico sobre o valor investido em mídia. Com sede nos Estados Unidos, a agência importou e adaptou ao mercado brasileiro métricas de desempenho para servirem de parâmetro a seus clientes. "Hoje dispomos de uma série de premissas: os resultados econômicos do nosso cliente, sua participação de mercado, a lembrança da marca junto ao consumidor", diz Olga Moroy, executiva-chefe da área financeiro da McCann Erickson do Brasil.
Segundo ela, os percentuais definidos pelo Cenp - que variam de acordo com o total investido pelo anunciante na compra de espaço publicitário - não vão deixar de existir. Até porque, lembra Olga, é este sistema que cobre os custos da agência com a produção de um comercial para a TV, um anúncio para rádio, revistas ou jornais. "Mas quando se adota a remuneração variável está se premiando o resultado excedente, como fazem as grandes empresas ao conceder bônus por desempenho a seus executivos", explica ela.
Embora a fórmula esteja ainda num estágio inicial, já é possível verificar aumento na receita da agência. O próximo passo na McCann será a contratação de um diretor de Retorno sobre o Investimento, que mede a taxa de retorno sobre o capital investido. "É um profissional comum nas agências americanas e no Brasil vai nos ajudar a aprimorar o sistema de remuneração variável".
Mas o modelo de remuneração variável ainda tem um longo caminho a percorrer antes de virar prática comum no mercado brasileiro. De um lado, há uma negociação muito mais delicada entre agências e clientes que passa por abertura de informações estratégicas que nem sempre o anunciante está disposto a mostrar. "A agência tem de ter acesso e acompanhar dados de distribuição, formação de preço, força de vendas, e até política de investimentos de médio e longo prazo do cliente. E nem sempre o cliente quer tamanha intimidade", afirma João Fernando Vassão, sócio-diretor da agência GP7. "Para dar certo, a remuneração variável tem de ser uma política de portas abertas para não gerar frustrações", observa Vassão.
Frustração que alcançou a agência Loducca, também do grupo ABC. Segundo Celso Loducca, presidente da agência, além da remuneração com base nos investimentos do cliente em mídia, o acordo previa um bônus por meta de venda. "Ao final do período, o cliente disse que não tinha alcançado a meta e não recebemos um tostão a mais. Sabe quanto faltou vender para alcançar a tal meta? Uma unidade", recorda Loducca, com ar desconfiado.
Em 2004, no auge da guerra das cervejas, a Schincariol estava animada com os resultados iniciais da campanha "Experimenta", lançada no final de 2003 por sua então agência de publicidade, a Fischer América. A cervejaria queria maximizar os investimentos de R$ 180 milhões que faria em marketing naquele ano, e o plano de maximização contemplou a concessão de um bônus extra para a agência sobre cada ponto percentual conquistado, segundo conta um ex-executivo da cervejaria. "Não deu certo porque o mercado cervejeiro é muito complexo e a medição de participação de mercado era muito deficiente na principal praça da marca Nova Schin, que é o Nordeste", lembra a fonte.
Para Sérgio Guerreiro, sócio da consultoria SPGA, especializada em mercado publicitário, novas formas de remuneração de agências são ainda incipientes no Brasil mas a tendência, diz ele, é de se caminhar rapidamente para modelos mais modernos de negociação. Ele ressalva que é preciso evolução também pelo lado dos anunciantes. "Poucos clientes conhecem realmente os custos de sua agência e sem esse conhecimento é muito difícil pagar o preço justo", afirma Guerreiro. Ele lembra que existem até casos em que o departamento de marketing do anunciante repassa ao seu departamento de compras a estratégica missão de negociar com a agência de publicidade. "O setor de compras entende de parafuso, formulário contínuo e sua principal missão é jogar os preços para baixo. Cuidar de marketing é para quem entende publicidade como estratégico, não como custo".

Agências de publicidade, anunciantes e veículos de comunicação discutem novas regras de remuneração, diferentes daquelas estabelecidas por eles há dez anos no Conselho Executivo de Normas-Padrão (Cenp). E a discussão, que inclui a prática de pagar as agências conforme o desempenho do produto anunciado no varejo, será acelerada a partir de fevereiro.
A meta, segundo Petrônio Corrêa, presidente do Cenp, é concluir as negociações dentro de três meses.
A avaliação de modelos de remuneração variável - adotados por agências do porte de DraftFCB, McCann Erickson e Africa e por empresas que figuram no topo dos rankings de maiores anunciantes do país, como AmBev, Itaú, Philips e Schincariol - está sendo feita desde agosto no Cenp.
As reuniões, que eram mensais, passarão a semanais dentro de dez dias. "Desde que se respeitem as normas-padrão, não vemos problemas com a prática. Mas é preciso discutir estas e outras questões porque há regras no mercado e elas têm de ser cumpridas", diz Corrêa.
Não passar a idéia de que se esteja atropelando as regras do Cenp, que estabelece o pagamento à agência com um percentual em relação ao valor investido pelo anunciante, é uma preocupação real nas agências de publicidade. As que adotam a remuneração variável são enfáticas em destacar que a prática não substitui as normas do Cenp. "O Cenp determina a remuneração sobre o total investido em mídia mas, nem sempre a propaganda é a melhor solução para um cliente. Por outro lado, temos que manter nossas equipes e isso exige fluxo de caixa", afirma Márcio Santoro, vice-presidente da agência Africa.
A agência, que faz parte do grupo ABC (ex-Ypy), adotou um modelo engenhoso para não deixar o caixa vazio. O ponto de partida do cálculo é o total que o cliente pretende investir em compra de espaço publicitário durante todo o ano. Divide-se esse valor por doze e a agência recebe mensalmente o resultado dessa conta. "Ao final do exercício, fazemos o acerto do que foi a mais ou a menos", diz Santoro. "Com a medida, a Africa não fica dependente do trabalho de mídia e pode manter sua equipe de trabalho sem nenhum sobressalto".
A Africa tem cinco anos de mercado e uma lista de 11 clientes ( Nivea, Vale do Rio Doce, Brahma, Vivo, Mitsubishi, Itaú e Parmalat são alguns deles).
Pelo menos 10% dos 35 clientes da McCann Erickson do Brasil já estão usando algum tipo de fórmula alternativa para remunerar o trabalho da agência, além do modelo básico sobre o valor investido em mídia. Com sede nos Estados Unidos, a agência importou e adaptou ao mercado brasileiro métricas de desempenho para servirem de parâmetro a seus clientes. "Hoje dispomos de uma série de premissas: os resultados econômicos do nosso cliente, sua participação de mercado, a lembrança da marca junto ao consumidor", diz Olga Moroy, executiva-chefe da área financeiro da McCann Erickson do Brasil.
Segundo ela, os percentuais definidos pelo Cenp - que variam de acordo com o total investido pelo anunciante na compra de espaço publicitário - não vão deixar de existir. Até porque, lembra Olga, é este sistema que cobre os custos da agência com a produção de um comercial para a TV, um anúncio para rádio, revistas ou jornais. "Mas quando se adota a remuneração variável está se premiando o resultado excedente, como fazem as grandes empresas ao conceder bônus por desempenho a seus executivos", explica ela.
Embora a fórmula esteja ainda num estágio inicial, já é possível verificar aumento na receita da agência. O próximo passo na McCann será a contratação de um diretor de Retorno sobre o Investimento, que mede a taxa de retorno sobre o capital investido. "É um profissional comum nas agências americanas e no Brasil vai nos ajudar a aprimorar o sistema de remuneração variável".
Mas o modelo de remuneração variável ainda tem um longo caminho a percorrer antes de virar prática comum no mercado brasileiro. De um lado, há uma negociação muito mais delicada entre agências e clientes que passa por abertura de informações estratégicas que nem sempre o anunciante está disposto a mostrar. "A agência tem de ter acesso e acompanhar dados de distribuição, formação de preço, força de vendas, e até política de investimentos de médio e longo prazo do cliente. E nem sempre o cliente quer tamanha intimidade", afirma João Fernando Vassão, sócio-diretor da agência GP7. "Para dar certo, a remuneração variável tem de ser uma política de portas abertas para não gerar frustrações", observa Vassão.
Frustração que alcançou a agência Loducca, também do grupo ABC. Segundo Celso Loducca, presidente da agência, além da remuneração com base nos investimentos do cliente em mídia, o acordo previa um bônus por meta de venda. "Ao final do período, o cliente disse que não tinha alcançado a meta e não recebemos um tostão a mais. Sabe quanto faltou vender para alcançar a tal meta? Uma unidade", recorda Loducca, com ar desconfiado.
Em 2004, no auge da guerra das cervejas, a Schincariol estava animada com os resultados iniciais da campanha "Experimenta", lançada no final de 2003 por sua então agência de publicidade, a Fischer América. A cervejaria queria maximizar os investimentos de R$ 180 milhões que faria em marketing naquele ano, e o plano de maximização contemplou a concessão de um bônus extra para a agência sobre cada ponto percentual conquistado, segundo conta um ex-executivo da cervejaria. "Não deu certo porque o mercado cervejeiro é muito complexo e a medição de participação de mercado era muito deficiente na principal praça da marca Nova Schin, que é o Nordeste", lembra a fonte.
Para Sérgio Guerreiro, sócio da consultoria SPGA, especializada em mercado publicitário, novas formas de remuneração de agências são ainda incipientes no Brasil mas a tendência, diz ele, é de se caminhar rapidamente para modelos mais modernos de negociação. Ele ressalva que é preciso evolução também pelo lado dos anunciantes. "Poucos clientes conhecem realmente os custos de sua agência e sem esse conhecimento é muito difícil pagar o preço justo", afirma Guerreiro. Ele lembra que existem até casos em que o departamento de marketing do anunciante repassa ao seu departamento de compras a estratégica missão de negociar com a agência de publicidade. "O setor de compras entende de parafuso, formulário contínuo e sua principal missão é jogar os preços para baixo. Cuidar de marketing é para quem entende publicidade como estratégico, não como custo".
Turbine sua carreira escrevendo artigos e livros

A competição no mercado de trabalho, mais acirrada a cada dia que passa, obriga as pessoas a fazer de tudo para se diferenciar. É MBA, pós-graduação, especialização, curso de idioma estrangeiro, treinamento disso e daquilo...
Sem dúvida, adquirir novos conhecimentos e competências é essencial para uma carreira de sucesso, mas ainda não é tudo. É preciso que o profissional saiba colocar-se em evidência, e um recurso muito eficiente para isso é escrever artigos e livros. Até algum tempo atrás, para ter artigos e livros publicados, só mesmo conquistando espaço em editoras ou jornais. Muitos eram os autores interessados em divulgar seus trabalhos, mas poucos eram os escolhidos.
Felizmente, a explosão da internet democratizou o acesso aos meios de comunicação. Hoje, está ao alcance de qualquer profissional ter um site ou blog. Há um grande número de portais sobre as mais diversas áreas do conhecimento, que aceitam de bom grado artigos de colaboradores. Por fim, já nem é preciso ser patrocinado por uma editora: pode-se recorrer à produção independente de livros e publicar pequenas tiragens em bureaus de artes gráficas e impressão.
Como se vê, são muitas as facilidades para publicar trabalhos. Ao fazer isso, você divulga seus conhecimentos e idéias, torna-se mais conhecido e passa a ser percebido como profissional atuante e influente. Você se destaca! Para quem faz carreira em empresas, a exposição nos meios de comunicação cria visibilidade no mercado de trabalho, gerando oportunidades de ascensão profissional; para profissionais autônomos como médicos, advogados, terapeutas ou consultores, ajuda a atrair clientes e negócios.
Agora, se você começa considerar a possibilidade de escrever, fique atento a alguns pontos importantes:
Adequação ao público - Ao escolher o assunto que irá desenvolver, pense no leitor. Que tema é interessante para ele? Qual é a melhor abordagem do tema considerando a realidade e as características do leitor? Qual é a linguagem mais apropriada para falar com ele?
Lógica expositiva - Para cativar a atenção do leitor e facilitar o entendimento, o texto deve logo de início dizer a que veio. Se for informativo, deve começar por uma síntese do assunto e seguir com as informações complementares; se for dissertativo, começar pela tese (ou ponto de vista que se deseja expor) e seguir com argumentos.
Redação correta, clara e objetiva - Certifique-se de que seu texto não tem erros de português e é plenamente compreensível. Um artigo ou livro mal escrito comprometerá sua imagem em vez de promovê-la.
Conteúdo relevante - As pessoas só investem seu tempo em leituras que lhes acrescentem algo. Assim, preocupe-se em fazer textos de conteúdo relevante, consistente e bem fundamentado. Falar de amenidades ou obviedades não levará você a lugar nenhum.
Faça uma experiência: escreva um artigo, divulgue entre pessoas de razoável senso crítico e peça o feedback delas. Conheça seus pontos fortes e aprimore os pontos fracos. Escrever requer prática e às vezes um pouco de persistência, mas vale a pena: é algo que realmente poderá turbinar sua carreira.

Por Regina Giannetti, jornalista, ghost writer e instrutora da Academia do Palestrante.
O publicitário OLAVO BILAC

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:
Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal?
Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu.
"Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda".
Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
Nem penso mais nisso, - disse o homem - quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!

As vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros. Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que nosso Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Forum SOCIAL 2009
Ser humano é lutar pela plenitude da vida. Frei Betto

Um outro mundo é possível.
De 27 de janeiro a 1o de fevereiro de 2009, a cidade de Belém, Pará, sediou a nona edição do Fórum Social Mundial. Um evento que contou com aproximadamente cem mil inscritos, provindos de mais de 160 países.
Representantes de movimentos sociais, de tradições religiosas e espirituais, ONGs, intelectuais solidários, universitários, estudantes, cidadãos do mundo.
A confluência das mais variadas lutas em prol da dignidade humana.
Cem mil mentes e corações em busca de caminhos para um outro mundo possível.

Um outro mundo possível, que comporte os sonhos da menina palestina e da menina brasileira.

Um outro mundo possível, onde sejam respeitados os direitos básicos da menina africana, e da menina peruana,...


...e da menina afegã.

E dentre as tantas atividades realizadas durante o Fórum Social estavam as palestras proferidas pelo teólogo, professor e escritor Leonardo Boff.
Num dos encontros, cujo tema era “Diálogos com os movimentos de Juventude pelo Meio Ambiente ”, ele se reuniu especificamente com os jovens.
Estudantes, universitários, ativistas, sonhadores, em busca de um outro mundo possível.
A enorme tenda mostrou-se pequena para abrigar todos os interessados por ouvir as suas palavras.
Palavras de sabedoria, palavras de compaixão.

E iniciou a sua exposição, Leonardo Boff, falando sobre a crise financeira
que assola o mundo.
US$ 15 trilhões de dólares evaporados em questão de poucos dias, levando consigo imensas corporações, grandes bancos e tradicionais fábricas.
E deixando para trás, em meio às frias estatísticas, as demissões em massa, o desemprego, a fome, o desespero, as lágrimas.
Uma crise que não assolou a periferia, mas o coração do império.
E lembrou-nos Leonardo Boff que as artimanhas sutis do capital procurarão se refazer.

Dirão - os economistas, as corporações transnacionais e os detentores do poder - que o capitalismo vive de crises, e que esta é mais uma crise cíclica.

E tentarão nos empurrar mais do mesmo, mais consumo, mais conflitos, mais individualismo...
Porém, a crise atual é terminal. O desafio não é remediar o que não tem conserto, mas buscar novas alternativas.

O sistema atual, regido pelo capital e pelas leis do mercado, que, em sua natureza, é voraz, acumulador, depredador do meio ambiente, criador de desigualdades e sem sentido de solidariedade, atesta a sua própria falência.
Um sistema onde a cada quatro minutos uma pessoa perde a visão, em decorrência da carência de vitamina A, declara o seu próprio fracasso.
Um sistema onde a cada cinco segundos uma criança com menos de cinco anos morre de fome ou desnutrição atesta a sua própria falência.
Um sistema que criou desumanos sofrimentos e gritantes desigualdades.

O sistema vigente, que tem como pilar um individualismo avassalador, demonstrou-se incapaz de assegurar o bem-estar da humanidade.

Um individualismo que se revela na linguagem cotidiana:
O meu emprego, o meu salário, a minha casa, o meu carro, a minha família...
Um sistema onde ninguém é levado a construir algo em comum, onde a competição, o acúmulo e a ostentação predominam em detrimento da solidariedade, da caridade e da compaixão.
Um sistema onde as crianças aprendem tão cedo a conjugar o verbo comprar, mas que desconhecem o que seja compartilhar.

Um sistema que incentiva o consumismo inconsequente e desenfreado, e que tanto cultua os bens materiais.
Uma cultura que dissemina compulsão e consumismo, que associa o produto a um conceito de felicidade.
Um sistema que desconhece o amor, a caridade e a compaixão, e que se fez cego e surdo para o apelo do excluído, do necessitado.

O oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença.
Um sistema que por longas décadas alega não possuir recursos para promover a educação, a saúde e para aplacar a fome mundial, mas que tanto gasta com guerras, conflitos e com a indústria bélica, ...e que se mostra capaz de mobilizar em poucas horas três trilhões de dólares para socorrer bancos, montadoras e corretoras, atesta seu próprio fracasso terminal.
Como foi que permitimos chegar a este ponto?
Quanto tempo ainda haverá de passar até que resgatemos a nossa humanidade perdida?
Um punhado de farinha e água para enganar a fome, acrescido, nos dias de sorte, de um pouco de sal.

Além da crise financeira, nos deparamos também com a crise ambiental.
A falta de solidariedade que impera nas nossas relações sociais. E a falta de solidariedade para com a Natureza.

A ânsia pelo crescimento econômico, aliada ao consumismo compulsivo, resultou na dilapidação sem precedentes da Natureza.
O atual modelo econômico fracassou contra a própria humanidade e contra o planeta.
O bem-estar de todos e a preservação da Terra são sacrificados ao lucro de poucos.
O consumo inconsequente aumentou o desperdício, a produção de lixo, e os impactos ambientais.

E poluímos mares e rios...


O desenvolvimento técnico-científico, dissociado da consciência ecológica, fez com que saqueássemos os recursos naturais numa escala sem precedentes.
E a ruptura entre o trabalho e o cuidado fez com que o afã desmedido de produção se revertesse na ânsia incontida de dominação das forças da natureza.
Os limites do capitalismo são os limites da Terra. Já encostamos nestes limites, tanto da Terra quanto do capitalismo.
Já não mais podemos prosseguir com a perversa lógica do capital, baseada no acúmulo e no desperdício: “Quem não tem quer; quem tem quer mais; quem tem mais diz que nunca é suficiente.”

A lógica do capital que tanto incentiva o supérfluo, a ostentação e o desperdício...

Imagem de celulares descartados, quase todos em perfeitas condições de uso. Somente nos EUA, 426.000 aparelhos são jogados fora diariamente, trocados por modelos mais novos.

E juntamente com os aparelhos vão-se embora também carregadores, baterias, acessórios...

Os atuais padrões de extração, produção e consumo, mostraram-se insustentáveis,...

...além da capacidade de reposição e regeneração do planeta.

A Terra está dando sinais inequívocos de que já não aguenta mais.
Sinais como a escassez de água potável, e o aquecimento global.

Sinais como as mudanças climáticas, que já começaram a afligir crescentes parcelas da população ao redor do planeta.
A Terra é um planeta pequeno, velho e limitado que não suporta um projeto de exploração ilimitada.
As crises financeira, climática, energética, alimentar e outras, - todas elas nos remetem para a crise do paradigma dominante.
Precisamos de um novo paradigma de civilização porque o atual chegou ao seu fim e exauriu suas possibilidades. Projeções feitas por pesquisadores e cientistas ambientais mostram que, se o consumo continuar no ritmo atual, em 2050 precisaremos de dois planetas Terra.
Qual o mundo que iremos deixar para as próximas gerações?...

Cultivar a solidariedade intergeracional, para com os que virão depois de nós.
Eles também precisam satisfazer suas necessidades, e habitar um planeta minimamente saudável. Buscar novos valores. Alimentar novas esperanças.
Novos rumos, e novos paradigmas.

A interculturalidade, - o diálogo entre o chamado saber ocidental e o saber tradicional, milenar, a cosmovisão indígena.

As tradições dos povos nativos falam do ser humano como jardineiro.
Conforme ensinam tais tradições, o ser humano deve cultivar a Terra com cuidado e senso de justiça e estética.

A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é nosso dever sagrado.

Devemos lançar um novo olhar sobre a realidade, adotar um novo paradigma de relacionamento com todos os seres.

O universo caminhou 15 bilhões de anos para produzir o planeta que habitamos, essa admirável obra que nós, seres humanos, recebemos como herança, para cuidar como jardineiros, e preservar como guardiões fiéis.

Somos todos interdependentes uns dos outros, coexistimos no mesmo cosmos e na mesma natureza.

Uma mesma Fonte alimentadora, misteriosa e inominável, sustenta e confere vida a tudo que existe. O mesmo Sopro permeia toda a existência.

A vida é milagre, tão belo quanto curto, que deve ser cultivado como as flores mais belas.

Como nunca antes na história o destino comum nos conclama a buscar um novo começo.
Promover a ecologia do cuidado, que zela pelos interesses de toda a comunidade de vida.

Coexistir com respeito, cooperação e harmonia com os demais moradores deste pequeno planeta, - animais, vegetais, seres humanos.

A interculturalidade, o encontro com outras tradições, outras culturas, enriquece a nossa visão do mundo e da vida.

Ter olhos para os que são diferentes. Ter ouvidos para a sua voz, as suas melodias, canções, histórias...

Habitamos todos uma Casa comum. Temos uma origem comum e, certamente, um mesmo destino comum.
As tantas flores, com suas cores e formas distintas. Diferenças superficiais, pois a terra que as nutre e sustenta é uma. Um único Sopro as anima, conferindo-lhes significado, sentido e vida.
O desafio do tempo presente é o de resgatar as utopias esquecidas, reescrever o nosso sonho comum. Um único Sopro, uma única Alma, uma mesma esperança.

E em meio à agitada rotina da vida moderna, encontrar tempo para refletir sobre perguntas metafísicas...

Ter ouvidos para a voz que fala em nós, que nos convoca para a prática do bem...

...e que diante de uma noite estrelada nos pergunta:
“Quem sustenta e se esconde atrás daquelas estrelas?...”

A voz que, quando diante de um recém-nascido, com respeito e admiração pergunta:
“Quem foi que produziu esta vida?...”
“Onde é que, no olhar da criança, começa o céu e acaba a terra?”

Para saber mais acerca do tema, acesse:
www.forumsocialmundial.org.br
www.leonardoboff.com.br

Um outro mundo é possível.
De 27 de janeiro a 1o de fevereiro de 2009, a cidade de Belém, Pará, sediou a nona edição do Fórum Social Mundial. Um evento que contou com aproximadamente cem mil inscritos, provindos de mais de 160 países.
Representantes de movimentos sociais, de tradições religiosas e espirituais, ONGs, intelectuais solidários, universitários, estudantes, cidadãos do mundo.
A confluência das mais variadas lutas em prol da dignidade humana.
Cem mil mentes e corações em busca de caminhos para um outro mundo possível.

Um outro mundo possível, que comporte os sonhos da menina palestina e da menina brasileira.

Um outro mundo possível, onde sejam respeitados os direitos básicos da menina africana, e da menina peruana,...


...e da menina afegã.

E dentre as tantas atividades realizadas durante o Fórum Social estavam as palestras proferidas pelo teólogo, professor e escritor Leonardo Boff.
Num dos encontros, cujo tema era “Diálogos com os movimentos de Juventude pelo Meio Ambiente ”, ele se reuniu especificamente com os jovens.
Estudantes, universitários, ativistas, sonhadores, em busca de um outro mundo possível.
A enorme tenda mostrou-se pequena para abrigar todos os interessados por ouvir as suas palavras.
Palavras de sabedoria, palavras de compaixão.

E iniciou a sua exposição, Leonardo Boff, falando sobre a crise financeira
que assola o mundo.
US$ 15 trilhões de dólares evaporados em questão de poucos dias, levando consigo imensas corporações, grandes bancos e tradicionais fábricas.
E deixando para trás, em meio às frias estatísticas, as demissões em massa, o desemprego, a fome, o desespero, as lágrimas.
Uma crise que não assolou a periferia, mas o coração do império.
E lembrou-nos Leonardo Boff que as artimanhas sutis do capital procurarão se refazer.

Dirão - os economistas, as corporações transnacionais e os detentores do poder - que o capitalismo vive de crises, e que esta é mais uma crise cíclica.

E tentarão nos empurrar mais do mesmo, mais consumo, mais conflitos, mais individualismo...
Porém, a crise atual é terminal. O desafio não é remediar o que não tem conserto, mas buscar novas alternativas.

O sistema atual, regido pelo capital e pelas leis do mercado, que, em sua natureza, é voraz, acumulador, depredador do meio ambiente, criador de desigualdades e sem sentido de solidariedade, atesta a sua própria falência.
Um sistema onde a cada quatro minutos uma pessoa perde a visão, em decorrência da carência de vitamina A, declara o seu próprio fracasso.
Um sistema onde a cada cinco segundos uma criança com menos de cinco anos morre de fome ou desnutrição atesta a sua própria falência.
Um sistema que criou desumanos sofrimentos e gritantes desigualdades.

O sistema vigente, que tem como pilar um individualismo avassalador, demonstrou-se incapaz de assegurar o bem-estar da humanidade.

Um individualismo que se revela na linguagem cotidiana:
O meu emprego, o meu salário, a minha casa, o meu carro, a minha família...
Um sistema onde ninguém é levado a construir algo em comum, onde a competição, o acúmulo e a ostentação predominam em detrimento da solidariedade, da caridade e da compaixão.
Um sistema onde as crianças aprendem tão cedo a conjugar o verbo comprar, mas que desconhecem o que seja compartilhar.

Um sistema que incentiva o consumismo inconsequente e desenfreado, e que tanto cultua os bens materiais.
Uma cultura que dissemina compulsão e consumismo, que associa o produto a um conceito de felicidade.
Um sistema que desconhece o amor, a caridade e a compaixão, e que se fez cego e surdo para o apelo do excluído, do necessitado.

O oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença.
Um sistema que por longas décadas alega não possuir recursos para promover a educação, a saúde e para aplacar a fome mundial, mas que tanto gasta com guerras, conflitos e com a indústria bélica, ...e que se mostra capaz de mobilizar em poucas horas três trilhões de dólares para socorrer bancos, montadoras e corretoras, atesta seu próprio fracasso terminal.
Como foi que permitimos chegar a este ponto?
Quanto tempo ainda haverá de passar até que resgatemos a nossa humanidade perdida?
Um punhado de farinha e água para enganar a fome, acrescido, nos dias de sorte, de um pouco de sal.

Além da crise financeira, nos deparamos também com a crise ambiental.
A falta de solidariedade que impera nas nossas relações sociais. E a falta de solidariedade para com a Natureza.

A ânsia pelo crescimento econômico, aliada ao consumismo compulsivo, resultou na dilapidação sem precedentes da Natureza.
O atual modelo econômico fracassou contra a própria humanidade e contra o planeta.
O bem-estar de todos e a preservação da Terra são sacrificados ao lucro de poucos.
O consumo inconsequente aumentou o desperdício, a produção de lixo, e os impactos ambientais.

E poluímos mares e rios...


O desenvolvimento técnico-científico, dissociado da consciência ecológica, fez com que saqueássemos os recursos naturais numa escala sem precedentes.
E a ruptura entre o trabalho e o cuidado fez com que o afã desmedido de produção se revertesse na ânsia incontida de dominação das forças da natureza.
Os limites do capitalismo são os limites da Terra. Já encostamos nestes limites, tanto da Terra quanto do capitalismo.
Já não mais podemos prosseguir com a perversa lógica do capital, baseada no acúmulo e no desperdício: “Quem não tem quer; quem tem quer mais; quem tem mais diz que nunca é suficiente.”

A lógica do capital que tanto incentiva o supérfluo, a ostentação e o desperdício...

Imagem de celulares descartados, quase todos em perfeitas condições de uso. Somente nos EUA, 426.000 aparelhos são jogados fora diariamente, trocados por modelos mais novos.

E juntamente com os aparelhos vão-se embora também carregadores, baterias, acessórios...

Os atuais padrões de extração, produção e consumo, mostraram-se insustentáveis,...

...além da capacidade de reposição e regeneração do planeta.

A Terra está dando sinais inequívocos de que já não aguenta mais.
Sinais como a escassez de água potável, e o aquecimento global.

Sinais como as mudanças climáticas, que já começaram a afligir crescentes parcelas da população ao redor do planeta.
A Terra é um planeta pequeno, velho e limitado que não suporta um projeto de exploração ilimitada.
As crises financeira, climática, energética, alimentar e outras, - todas elas nos remetem para a crise do paradigma dominante.
Precisamos de um novo paradigma de civilização porque o atual chegou ao seu fim e exauriu suas possibilidades. Projeções feitas por pesquisadores e cientistas ambientais mostram que, se o consumo continuar no ritmo atual, em 2050 precisaremos de dois planetas Terra.
Qual o mundo que iremos deixar para as próximas gerações?...

Cultivar a solidariedade intergeracional, para com os que virão depois de nós.
Eles também precisam satisfazer suas necessidades, e habitar um planeta minimamente saudável. Buscar novos valores. Alimentar novas esperanças.
Novos rumos, e novos paradigmas.

A interculturalidade, - o diálogo entre o chamado saber ocidental e o saber tradicional, milenar, a cosmovisão indígena.

As tradições dos povos nativos falam do ser humano como jardineiro.
Conforme ensinam tais tradições, o ser humano deve cultivar a Terra com cuidado e senso de justiça e estética.

A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é nosso dever sagrado.

Devemos lançar um novo olhar sobre a realidade, adotar um novo paradigma de relacionamento com todos os seres.

O universo caminhou 15 bilhões de anos para produzir o planeta que habitamos, essa admirável obra que nós, seres humanos, recebemos como herança, para cuidar como jardineiros, e preservar como guardiões fiéis.

Somos todos interdependentes uns dos outros, coexistimos no mesmo cosmos e na mesma natureza.

Uma mesma Fonte alimentadora, misteriosa e inominável, sustenta e confere vida a tudo que existe. O mesmo Sopro permeia toda a existência.

A vida é milagre, tão belo quanto curto, que deve ser cultivado como as flores mais belas.

Como nunca antes na história o destino comum nos conclama a buscar um novo começo.
Promover a ecologia do cuidado, que zela pelos interesses de toda a comunidade de vida.

Coexistir com respeito, cooperação e harmonia com os demais moradores deste pequeno planeta, - animais, vegetais, seres humanos.

A interculturalidade, o encontro com outras tradições, outras culturas, enriquece a nossa visão do mundo e da vida.

Ter olhos para os que são diferentes. Ter ouvidos para a sua voz, as suas melodias, canções, histórias...

Habitamos todos uma Casa comum. Temos uma origem comum e, certamente, um mesmo destino comum.
As tantas flores, com suas cores e formas distintas. Diferenças superficiais, pois a terra que as nutre e sustenta é uma. Um único Sopro as anima, conferindo-lhes significado, sentido e vida.
O desafio do tempo presente é o de resgatar as utopias esquecidas, reescrever o nosso sonho comum. Um único Sopro, uma única Alma, uma mesma esperança.

E em meio à agitada rotina da vida moderna, encontrar tempo para refletir sobre perguntas metafísicas...

Ter ouvidos para a voz que fala em nós, que nos convoca para a prática do bem...

...e que diante de uma noite estrelada nos pergunta:
“Quem sustenta e se esconde atrás daquelas estrelas?...”

A voz que, quando diante de um recém-nascido, com respeito e admiração pergunta:
“Quem foi que produziu esta vida?...”
“Onde é que, no olhar da criança, começa o céu e acaba a terra?”

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